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Demilson Conceição: ‘Quero morrer no samba’

Publicado em Obatuque dos Ritmistas
Sexta, 06 Abril 2018 09:57

Por Luis Leite  

Fotos: Jacqueline Gioia e arquivo pessoal             

Demilson Conceição das Neves nasceu em Cabo Frio e se criou em São Gonçalo. Atualmente ele é morador de Cosmo e trabalha como motorista. Percebeu o dom para tocar em uma bateria quando tinha 12 anos de idade, no Bloco 90, no bairro Boa Vista, em São Gonçalo. Aos 15, já desfilava nos blocos de empolgação Tudo Sabe, Nada Diz, na Banda do Ingá e no extinto Bloco do Zorro. Ainda em Niterói iniciou nas escolas Camisolão, Mocidade Independente do Bairro Almerinda, Acadêmicos do Sossego e Unidos do Viradouro, que passou a ser a sua escola de coração.

O primeiro contato com um instrumento foi com a caixa de guerra, entretanto é da marcação de terceira que Demilson mais se identifica, mesmo tendo intimidade com quase todos os instrumentos. Com 51 anos de idade, Demilson Conceição já passou por diversas baterias como ritmistas e como diretor passou pela Unidos do Viradouro, Acadêmicos do Cubango, Inocentes de Belford Roxo, Porto da Pedra e Badalo de Santa Teresa.

Adepto das bossas exigidas pelos jurados, Demilson não esquece da paradinha em ritmo de funk idealizada por mestre Jorjão, na Viradouro, em 1997: - Hoje os diretores de bateria criam várias bossas, porque os jurados cobram criatividade, mas sou a favor de algumas paradinhas. Algumas dão certo, outras não. Tudo acontece na avenida, e uma que não tem como esquecer, por exemplo, foi a que a Unidos do Viradouro realizou em 1997, com mestre Jorjão.

IMG 20180406 WA0024Demilson não esconde sua admiração pelos mestres Ciça, Jorjão, Marçal, Paulinho, Beto, Celinho, Mug, Capoeira, Magrão, Pablo, Rodney e pelo Baleado da Imperatriz, segundo ele um dos melhores ritmistas do Rio de Janeiro. Além disso, vê o samba como um lazer e não como profissão. - Eu, não vejo o samba como como profissão. É uma forma de lazer. Como ritmista já viajei para a Europa várias vezes, agradeço muito ao samba por fazer parte da minha vida. Quero morrer no samba. Hoje, há muita cobrança e pouco valor aos ritmistas.  Somos os verdadeiros sambistas que levantam a bandeira do samba o ano inteiro – enfatizou.

 

 

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