Wip lojas

Móveis pelo menor preço! 
www.movelcasa.com.br
Parcele seus móveis em até 12x Sem Juros

http://templatesjoomla.com.br/
Templatee Joomla Profissional!
Templates a partir de R$ 9,90.

Lexa é a nova rainha de bateria da Unidos da Tijuca Destaque

Publicado em Grupo Especial
Quinta, 22 Agosto 2019 10:54
Lexa é a nova rainha de bateria da Unidos da Tijuca Foto/Divulgação

Por Luis Leite

A Unidos da Tijuca definiu a majestade que reinará à frente dos ritmistas da bateria Pura Cadência de mestre Casagrande em 2020. A cantora Lexa é a nova rainha de bateria da escola do Borel.

- Me sinto lisonjeada! Feliz de coração mesmo. Há 3 anos venho me dedicando na Avenida, mas meu relacionamento com o samba vem desde a infância quando eu tocava tamborim com apenas 11 anos. Hoje ser rainha da bateria Pura Cadência tão respeitada, tradicional e amada é um grande sonho realizado – diz a nova rainha

A beldade ocupará o cargo que foi da apresentadora Eliane Azevedo no Carnaval 2019.  Antes dela, quem reinou no posto por seis anos foi a atriz Juliana Alves.  Lexa será coroada com festa no final de setembro em data a ser divulgada em breve.

A Unidos da Tijuca será a quarta escola a desfilar do Grupo Especial na segunda-feira de carnaval na Sapucaí com o enredo “Onde moram os sonhos” de desenvolvimento dos carnavalescos Paulo Barros, Marcus Paulo e Helcio Paim.

Última modificação em Quinta, 22 Agosto 2019 13:51

Itens relacionados (por tag)

  • Imperatriz, Santa Cruz e Unidos de Padre Miguel se destacam no segundo dia de desfiles das escolas da Série A

    A segunda noite de desfiles da Série A, na Sapucaí, apresentou um nível mais elevado do que a primeira. Não somente pela chuva que castigou as escolas da primeira noite, mas também pela evidente discrepância entre a organização e nível técnico das escolas na noite de sábado.

    A Acadêmicos do Sossego abriu os desfiles com o enredo "Os Tambores de Olukum", que celebrou as raízes sagradas, históricas e personagens do cortejo do Maracatu. Apesar de um desfile morno a escola de Niterói enfrentou problemas de acabamento em suas alegorias. Destaque para o casal de mestre-sala e porta bandeira, Marcinho Siqueira e Cristiane Caldas, que fez uma apresentação arrebatadora.

    Na sequência, a Inocentes de Belford Roxo homenageou a jogadora da Seleção Brasileira feminina de futebol Marta da Silva com o enredo "Marta do Brasil - Chorar no começo para sorrir no fim". O tema contou a história de luta e superação e as conquistas através do futebol pelo mundo. Ovacionada pelo público, a atleta desfilou no último carro alegórico.

    A Unidos de Bangu, a terceira escola a entrar na Sapucaí com o enredo “Memorias de um Griô”, contou a origem do continente africano e um dos cenários mais triste da nossa história: a escravidão. A Vermelho e Branco da Zona Oeste enfrentou problemas durante o seu desfile em quase todos os quesitos, principalmente em alegorias com falta de acabamento e iluminação.

    Logo a seguir, a Acadêmicos de Santa Cruz, que trouxe o enredo “Santa Cruz de Barbalha – Um conto popular no Cariri Cearense”, iniciou seu desfile debaixo de uma chuva fina sobre a avenida. A escola fez um belo desfile com destaques para a evolução e harmonia, porém houve problemas com a entrada do terceiro carro que acabou atingindo o Setor 1. Não houve feridos no acidente. A agremiação também trouxe alas que representaram muito bem a cultura e espiritualidade presente no Cariri, com as festas e santos juninos da região.

    Já a Imperatriz Leopoldinense veio na sequência com a reedição do Carnaval de 1981 cujo enredo era "Só da Lalá", em homenagem a Lamartine Babo, autor de diversas marchinhas e de alguns dos hinos dos clubes do estado do Rio de Janeiro.  A Verde Branco de Ramos levantou o público das arquibancadas com desfile impactante sendo uma das grandes favoritas ao título.

    Sexta escola a pisar na avenida, a Unidos de Padre Miguel, disposta a brigar pelo acesso à elite, realizou um desfile de alto nível. A agremiação da Vila Vintém trouxe o enredo “Ginga”, contando a história da capoeira com alegorias e fantasias luxuosas e alas coreografadas que encantaram a Marques de Sapucaí.

    Fechando os desfiles da série A, Império da Tijuca, trouxe um desfile com poucos erros, porém com uma grande discrepância entre as alegorias e as fantasias que não conseguiram passar bem a mensagem do enredo.

  • Temporal, emoção, superação e falta de respeito à Ala de Baianas do Império marcam primeiro dia de desfiles da Série A

    Por Luis Leite e Danndara Kyzy

    Fotos: Luis Leite

    A primeira escola da noite a abrir os desfiles do Carnaval 2020 da Série A, nesta sexta-feira (21), foi a Acadêmicos de Vigário Geral. A escola, depois de 20 anos, retornou à Marquês de Sapucaí com o enredo “O Conto do Vigário”, que retrata o cenário político de enganação no Brasil, além de acontecimentos  históricos, como a farra dos guardanapos, voto de cabresto, a política café com leite, entre outros assuntos.

    Mais de mil palhaços no salão

    IMG 20200222 WA0006

    A agremiação trouxe em sua última alegoria um palhaço de terno com uma faixa presidencial, fazendo referência ao famoso gesto do presidente Jair Messias Bolsonaro: com se estivesse com uma arma na mão.  Logo atrás veio a ala do Bloco de sujo, representando contra o descaso do pode público.

    DSC 0236

    Segunda escola a pisar no Passarela do Samba foi a Acadêmicos da Rocinha. Com fantasias leves e de fácil leitura, a agremiação trouxe o enredo "A Guerreira negra que dominou os dois mundos", que contou a história de Maria da Conceição, uma escrava do Congo, trazida para o Brasil, onde se consagrou como a  guerreira Maria Conga. A escola apresentou problemas com a última alegoria, deixando um enorme buraco na pista, comprometendo assim a evolução.

    DSC 0504

    Logo a seguir, a Unidos da Ponte, que trouxe para avenida o enredo "Elos da Eternidade", com um tema complexo,  propôs uma reflexão sobre a relação da humanidade e a preservação do samba. Algumas alegorias estavam prejudicadas, inclusive o carro abre-alas, que estava com algumas partes mal acabadas. A cabeça da escultura, que representava o Zeus, estava bastante danificada e quase caindo.

    DSC 0488

    A escola teve problemas com a falta de fantasias, inclusive deixando para trás componentes, na área de concentração, sem condições de desfilarem.

    DSC 0706

    A quarta escola, a Unidos de Porto da Pedra, homenagiou as tradicionais ala das baianas. Assim como seu enredo "O que a Bahia tem? Do Bonfim à Sapucaí", a agremiação, que contou com subsídio financeiro da prefeitura de São Gonçalo, passou como uma das melhores da noite, com alegorias e fantasias muito bem construídas e luxuosas. Apesar de problemas na manobra dos dois primeiros carros para entrar no Sambódromo, a harmonia e a evolução da escola não foram tão prejudicados.

    DSC 0857

    Na sequência, a Acadêmicos do Cubango, vicecampeã do Carnaval 2019, da Série A, contou a história do patrono da Abolição da Escravatura, Luiz Gama Filho.  A comissão de frente representou os escravos nos tribunais na luta pela liberdade. A coreografia chamou a atenção pela excelente performance.

    Logo no início do desfile, as duas partes do chassis do abre-alas desacoplaram e passaram separadas em frente à primeira cabine de jurados, gerando um enorme buraco ao logo do desfile.

    Apesar desses problemas, a Verde e Branco de Niterói, que trouxe o enredo “A voz da liberdade”, fez um um bom desfile.

    DSC 0109

    Penúltima escola do dia, a Renascer de Jacarepaguá apostou na sabedoria e na fé das benzedeiras com o enredo “Eu te benzo, Deus te cura”. Apesar de menos luxuosa desfilou com um dos melhores sambas da Série A.

    A Vermelho, Branco e Amarelo de Jacarepaguá fez um desfile compacto de forma equilibrada.  A obra composta por Cláudio Russo, Diego Nicolau e Moacyr Luz embalou os componentes da agremiação.

    DSC 0422

    Sem saias Império Serrano não rodou a baiana

    Encerrando os desfiles do primeiro dia da Série A, a tradicionalíssima Império Serrano talvez tenha feito o pior desfile de sua história. A escola do Morro da Serrinha vive uma crise política-financeira. Quase todos os segmentos tiveram problemas. A Ala das Baianas desfilou sem as saias rodadas, apenas com a parte superior. Os ritmistas e figurinos com fantasias incompletas, faltando chapéus e sapatos. As alegorias estavam comprometidas com falhas de acabamento e com o sistema de iluminação apagado, sem contar os problemas em harmonia e evolução.

    Inexplicavelmente, com todos os problemas visíveis, o Império, com 6 minutos no cronômetro, não havia cruzado a linha inicial do desfile, o carro abre-alas apresentou problemas técnicos.

    Não precisava ser especialista para perceber que haveria uma correria no final. Não houve jeito: desespero, choro e falta de respeito com a Ala de Baianas marcaram o desfile da Império Serrano, que provavelmente será uma das escolas rebaixadas para a Série B.

    20200222 051251 scaled

     
      

  • Lavagem do Sambódromo: teste de luz e som com atual campeã Mangueira

    Por Luis Leite

    Fotos: Daniel Pinheiro e Danndara

    Sob forte temporal, baianas de várias escolas de samba e mães de santo fizeram, neste domingo(16), a tradicional lavagem do Sambódromo, com muita água de cheiro, ervas, vassouras e defumadores abrindo segundo a crendice, os caminhos e abençoando a avenida para garantir boas vibrações e energias no Carnaval 2020. 

    Debaixo d'água, o cortejo começou por volta das 20h, tendo à frente a imagem de São Sebastião, Padroeiro do Rio de Janeiro, conduzida em um carro cruzando a Marquês Sapucaí. A celebração contou com a presença de representantes de diversas religiões, casais de mestre-sala e porta-bandeira mirins e adultos, galerias das velhas guardas, ritmistas e integrantes de várias agremiações, além dos Blocos Filhos de Gandhi e Cacique de Ramos.  Sambas antigos e atuais foram cantados pelos intérpretes oficiais do Grupo Especial. Durante o evento, o cantor e compositor Neguinho da Beija-Flor recebeu uma homenagem da LIESA pelos seus 45 anos de carreira.

    Mangueira pega a visão!

    Após a cerimônia de lavagem da pista foi vez da Estação Primeira de Mangueira, campeã do carnaval 2019, fazer o teste de luz e som da passarela. Em busca do bicampeonato, a Verde e Rosa mostrou que está pronta para fazer um grande carnaval com o enredo “A verdade vos fará livre”, do carnavalesco Leandro Vieira. O tema aborda a uma crítica da biografia de Jesus Cristo, além de questionar o que Ele faria caso retornasse à terra no atual cenário de intolerância, preconceito, violência e perseguição no mundo. Sendo a única agremiação a ensaiar na Sapucaí, a escola teve uma boa interação com público,que mesmo depois da chuva permaneceu nas arquibancadas. O desfile foi marcado por muitas manifestações contra a atual gestão da prefeitura. Este ano por falta de patrocínio não houve ensaio técnico.

    IMG 20200217 WA0069

    A comissão de frente coordenada pelo casal de coreógrafos Priscilla Motta e Rodrigo não revelou a coreografia do desfile oficial, porém o grupo apresentou uma dança feita especialmente para lavagem.

    E no olhar da porta-bandeira pro seu pavilhão

    IMG 20200217 WA0072Devido a pista molhada o casal de mestre-sala e porta-bandeira, formado por Squel Jorgea e Matheus Olivério, teve um ótimo desempenho. Com muita elegância e sincronismo no bailado, os dois conseguiram desenvolver muito bem os movimentos.

    IMG 20200217 WA0079

    A soberana da Bateria Surdo Um, Evelyn Bastos, com todo seu requebrado, esbanjando beleza e muito samba no pé, veio representando Maria das Dores Brasil, em homenagem a todas as mães que tiveram seus filhos mortos por bala perdida nas favelas do Rio.   

     

     

 

 

Entrevistas

Cantor e compositor Rico Medeiros: "Nossa Senhora!"

Cantor e compositor...

Por Luis Leite Nascido em Niterói, Nilzo Medeiros, popularmente conhecido como...

Luiz Carlos Bruno: “Quero voltar a trabalhar para fechar o portão com sabor de dever realizado”

Luiz Carlos Bruno:...

Por Ricardo MaiaFotos: arquivo pessoal A paixão de Luiz Carlos Bruno...

Juarez Carvalho, o Titio das baianas da Tijuca

Juarez Carvalho, o...

Por Ricardo Maia Desde 1999 na Unidos da Tijuca, Juarez Carvalho...

Escolas Mirins

Samba de Raiz

Pagode

Carnaval pelo Brasil

Ex Panicat Tânia Oliveira é a nova Madrinha de Bateria da Acadêmicos do Tucuruvi

Ex Panicat Tânia Oliveira é a nova Madrinha de Bateria da Acadêmicos do Tucuruvi

Na noite deste sábado (23), a escola de samba Acadêmicos do Tucuruvi, abriu as ...

 

icone instagram

Book OBatuque

Extras

fotos

JoomShaper