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Morre a cantora Beth Carvalho Destaque

Publicado em Grupo Especial
Terça, 30 Abril 2019 18:28

Texto e foto: Luis Leite

Morreu aos 72 anos, no final da tarde desta terça-feira (30), no Rio de Janeiro, a cantora e compositora Beth Carvalho.  Ela estava internada desde o dia 8 de janeiro, no Hospital Pró-Cardíaco, em Botafogo, Zona Sul da cidade.  Em nota, o hospital informou que a causa da morte foi em decorrência de infecção generalizada.  A Madrinha do Samba enfrentava graves problemas de coluna.  

O velório da sambista será realizado nesta quarta-feira (1º), a partir das 10h da manhã, no Salão Nobre da sede do Clube Botafogo de Futebol e Regatas, time para o qual Beth torcia.   Às 16h, o corpo seguirá em cortejo, com carro do Corpo de Bombeiros, para o Crematório do Caju, onde ocorrerá cerimônia apenas amigos e familiares.

Elizabeth Santos Leal de Carvalho, mais conhecida como Beth Carvalho, um dos maiores nomes do samba no Brasil, nasceu no Rio de Janeiro em 5 de maio de 1946, começou a carreira musical aos 8 anos de idade após ganhar da mãe um violão, teve como influências Sílvio Caldas, Elizabeth Cardoso e Aracy de Almeida.  Na adolescência, cantava bossa nova e outros ritmos em festas e, para ajudar a família, após o pai ser perseguido na ditadura por seus pensamentos de esquerda, passou a dar aula de música.

Na adolescência, inspirada pela bossa nova, começou a tocar violão e virou professora de música.... - Veja mais em https://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2019/04/30/morre-aos-72-anos-a-sambista-beth-carvalho.htm?cmpid=copiaecola

Desde que começou a fazer sucesso, na década de 1970, Beth se tornou uma das maiores intérpretes do gênero, frenquentadora assídua do Cacique de Ramos ajudou a revelar nomes como Luiz Carlos da Vila, Jorge Aragão, Mauro Diniz, Arlindo Cruz, Sobrinha, Zeca Pagodinho, Almir Guineto,  e o grupo Fundo de Quintal.

Seu primeiro sucesso foi Andança, de Edmundo Souto, Paulinho Tapajós e Danilo Caymmi, que ela defendeu no Festival Internacional da Canção, em 1968, e com o qual conseguiu o 3º lugar.   A música também deu título ao seu primeiro LP, que foi lançado em 1969.  Emendou outros sucessos na sua voz, como o hino Vou Festejar, e eternizou Coisinha do Pai.  Gravou Folhas Secas, com Nelson Cavaquinho, e As Rosas Não Falam, de Cartola.

Mangueirense de coração, foi homenageada por outras escolas de samba.  Em 1984 foi tema de enredo da Unidos do Cabuçú, "Beth Carvalho, a Enamorada do Samba", a agremiação foi campeã  e subiu para o Grupo Especial.   Recebeu da Velha Guarda da Portela uma placa comemorativa por  ter sido a cantora que mais gravou seus compositores.

Beth Carvalho vinha enfrentando um drama pessoal desde 2010, ela sofreu uma fissura no sacro, um osso localizado na base da coluna vertebral. Devido a esse problema,provocado por uma artrose no fêmur, Beth passou a se apresentar deitada em uma cama, sem poder nem se sentar ou andar.

 

Em nota, o hospital informou que a causa foi infecção generalizada (sepse).... - Veja mais em https://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2019/04/30/morre-aos-72-anos-a-sambista-beth-carvalho.htm?cmpid=copiaecola
Em nota, o hospital informou que a causa foi infecção generalizada (sepse).... - Veja mais em https://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2019/04/30/morre-aos-72-anos-a-sambista-beth-carvalho.htm?cmpid=copiaecola
Em nota, o hospital informou que a causa foi infecção generalizada (sepse).... - Veja mais em https://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2019/04/30/morre-aos-72-anos-a-sambista-beth-carvalho.htm?cmpid=copiaecola
Em nota, o hospital informou que a causa foi infecção generalizada (sepse).... - Veja mais em https://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2019/04/30/morre-aos-72-anos-a-sambista-beth-carvalho.htm?cmpid=copiaecola

 

Última modificação em Quinta, 02 Maio 2019 14:10

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  • Rainha de Bateria, Caroline Lima exibe boa forma em evento da União de Jacarepaguá

    Por Luis Leite

    O Domingo foi de muito samba no pé para Caroline Lima, a rainha de bateria da União de Jacarepaguá. A majestade prestigiou o evento da escola que recebeu as coirmãs campeãs de 2019, Estácio de Sá e Vigário Geral, e ainda realizou sua festa de São Jorge. Entrosada com os ritmistas, Carol sambou à frente da bateria Ritmo União até o final da noite.

    Para a ocasião a beldade optou por um look dourado, do Ateliê Rodriguez, composto por um cropped com transparência, contendo detalhes com dentes de marfim e um micro shorts que valorizou ainda mais as pernas torneadas e saradas da morena.

    Apesar de aparentar pronta para o carnaval 2020, Carol garante que irá intensificar os treinos e contará com procedimentos estéticos para arrasar ainda mais no próximo desfile da escola que terá como o enredo "Quilombo Jacarepaguá".

  • Morre Tia Maria do Jongo da Serrinha

    Por Luis Leite

    Morreu na manhã deste sábado (18), aos 98 anos, a Tia Maria do Jongo, uma das principais responsáveis por manter a tradição do ritmo africano no Brasil.  Ela era a única fundadora viva da escola de samba Império Serrano.  A verde e branco nasceu no quintal de sua casa.

    Maria de Lourdes Mendes estava na sede Casa do Jongo, no Morro da Serrinha, em Madureira, quando passou mal e foi levada para o posto de atendimento médico (PAM) de Irajá, na Zona Norte do Rio, onde veio a falecer.

    Na última terça-feira (14), Tia Maria recebeu o Prêmio Sim à Igualdade Racial 2019, do Instituto Identidades do Brasil, na categoria Arte em Movimento, em cerimônia no Copacabana Palace.

    A causa da morte, o velório e sepultamento ainda não foram divulgados.

     



  • Mangueira,Vila Isabel e Mocidade se destacam na segunda noite de desfiles na Sapucaí

    Por Luis Leite

    Fotos: Luis Leite e Wellington Jorge

    A primeira escola abrir o segundo dia de desfiles do Grupo Especial foi a São Clemente, com o enredo "E o samba sambou", fazendo uma reedição do Carnaval 1990.  A agremiação de Botafogo empolgou as arquibancadas, dando um show de irreverência na Sapucaí.  O tema abordou a comercialização do carnaval que virou um grande negócio.

    O casal de mestre-sala e porta-bandeira, Fabrício Pires e Giovanna Justo, encantou o público incorporando dois ícones estrangeiros: Michael Jackson e Madonna.

    Destaques para a Ala de Baianas, fazendo uma crítica com dizeres no figurino "Imperdível aluga-se baianas" e a Ala de Passistas.DSC 0058

    Com alegorias simples, criativas e de fácil identificação, a escola passou sem problemas.  Os componentes evoluíram muito bem durante seu desfile.

     

    Unidos de Vila Isabel

    Segunda escola da noite a entrar na Marquês de Sapucaí, foi a Unidos de Vila Isabel, que contou a história da cidade serrana de Petrópolis.  A Azul e Branca do bairro de Noel, fez um desfile impactante e surpreendeu o público com alegorias e fantasias luxuosas.  A comissão de frente apresentou truques de ilusionismo com fantasmas atormentando um turista, que era sepultado e reaparecia após flutuar.DSC 0293DSC 0335DSC 0297

    O abre-alas chamou a atenção com três carros acoplados gigantescos, representando o 'Corso Imperial'.  Já rainha de bateria, Sabrina Sato, brilhou à frente de seus ritmistas.  Com a fantasia em preto e prata a beldade  representou a Leopoldina, a primeira Maria Fumaça, que saiu de Petrópolis para o Rio de Janeiro.53853828 1017216305139767 8327458128245293056 nDSC 0657

    Destaque para a bateria Swingueira de Noel. Os ritmistas estavam caracterizados de locomotiva. Eles lembraram a estrada de Ferro Mauá, com o chapéu soltando fumaça pela chaminé durante todo o desfile.

    Ao girar da coroa
    Baianas levaram na saia a coroa símbolo da escola, vestindo sua realeza com luxo e riqueza para celebrar a nobreza do Morro dos Macacos.   A Vila apresentou um carnaval riquíssimo, com fantasias volumosas, adereços, carros grandiosos, todos de bem criativa. No quesito Harmonia e Evolução, passou bem, todavia, no final do desfile, ela escola teve que correr e ainda assim acabou estourando o tempo em 1 minuto.DSC 0381

     

    Portela

    A seguir, a Portela emocionou o público na Sapucaí, celebrando Clara Nunes com o enredo "Na Madureira Moderníssima, hei sempre de ouvir cantar o sabiá”.  Agremiação fez referência às religiões de matriz africana e aos orixás Ogum e Iansã, de quem a artista era devota.DSC 0014

    A comissão de frente, comandada por Carlinhos de Jesus, apresentou o ritual das guerreiras de Iansã, abrindo os caminhos da Azul e Branco de Madureira, reverenciando o orixá personificado pela cantora Mariene de Castro, que simbolizou o canto do sabiá.

    O casal de mestre-sala e porta-bandeira, Marlon Lamar e Lucinha Nobre, representando “Seres de Luz”, fez grande apresentação, arrancando aplausos da platéia em todos os setores do Sambódromo.

    Ponto positivo: canto forte de seus componentes que foram às lágrimas na avenida.  Em alguns quesitos, a escola não foi bem com o acabamento de fantasias e de alegorias.  Além disso, o abre-alas passou com problemas de locomoção. Esses foram os pontos negativos da escola.

     

    União da Ilha do Governador

    Santo voador
    A União da Ilha, quarta escola a desfilar, levou o público ao delírio no Sambódromo, com Padim Ciço sobrevoando a avenida por meio de uma prancha sustentada por um drone gigante, “abençoando” os foliões presentes.53439611 2167576533300215 7231932148515602432 n153415020 2184818298207816 1710416033518452736 o

    Com o enredo "A peleja poética de Rachel e Alencar no avarandado do céu", a Tricolor Insulana retratou a cultura e os costumes do Ceará, por intermédio da obra dos escritores Raquel Queiroz e José de Alencar.  A bateria também foi destaque sobre a maestria dos estreantes mestres Keko e Marcelo, que ousaram várias paradinhas em ritmo de forró.DSC 0656

    A rainha de bateria, Gracyanne Barbosa,com todo o seu corpaço veio vestida de anjo sagrado do Sertão, esbanjando toda sua simpatia e beleza.

    As alegorias e adereços feitas de forma artesanal, com material proveniente do Ceará, de uma forma geral, apresentaram plásticas irretocáveis de fácil leitura, com puro visual de bom gosto.53429832 2184825458207100 4480033536954335232 o

     

    Paraíso do Tuiuti

    Quinta a desfilar, com o enredo “O salvador da pátria”, a Paraíso do Tuiuti, vice-campeã do Carnaval 2018, contou a história do bode Ioiô, que se transformou em personagem da cultura sertaneja ao ser eleito vereador em Fortaleza, em 1922.  A escola mostrou a crítica política através das brincadeiras conquistando o público na Sapucaí.

    Uma das alas trazia a luta entre “o bode da resistência e a coxinha ultraconservadora”, que empunhava uma arma,referência ao símbolo do presidente Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral.  Já na última alegoria, havia o seguinte dizeres: “Ninguém solta a mão de ninguém”, exaltado a manifestação popular.  No mesmo carro, um bode dava um coice no tanque de guerra que fazia referência aos militares no poder.DSC 0192DSC 0240DSC 0259

    A agremiação de São Cristóvão enfrentou problemas em evolução. O último carro alegórico teve muita dificuldade para entrar na avenida, algumas partes foram retiradas.  Com isso, causou um enorme buraco na pista.

     

    Mangueira

    Penúltima escola a se apresentar, a Estação Primeira de Mangueira trouxe o enredo "História pra ninar gente grande".  O tema retratou a História do Brasil, esquecidos pelos livros. No entanto a agremiação deu destaques para os heróis da resistência como negros, índios e pobres também homenageou a ex-vereadora Marielle Franco, assassinada no ano passado.DSC 060454353444 397464404384607 8362890345716908032 n

    A Verde e Rosa levantou o público nas arquibancadas com um desfile emocionante e tecnicamente perfeito.  Nos quesitos harmonia e evolução a escola não apresentou qualquer tipo de problema.  Ambos sem cometer falhas. 53868137 2140925586022179 1067859746029043712 nA comissão de frente trouxe um museu com personagens ilustres da história do Brasil em molduras.

    O casal de mestre-sala e porta-bandeira, Squel Jorgea e Matheus Olivério, vestido de índio, fizeram uma apresentação arrebatadora.  

    O segundo carro alegórico representou uma releitura do Monumento às Bandeiras, em São Paulo.  A obra veio manchada de sangue, referência à violência com a qual os bandeirantes exploravam o Brasil.

     

    DSC 0621 CópiaDestaque para a Ala de Musas, que celebrou a luta das mulheres negras, em defesa dos ideais de liberdade de seu povo.  A rainha de bateria, Evelyn Bastos, além de está com o samba na ponta da língua e no pé, a bela veio representando a escrava Esperança Garcia, considerada a primeira advogada do Piauí por denunciar maus tratos.  Ela escreveu uma carta que foi a primeira petição escrita por uma mulher no Estado.

     

    Mocidade

    Já de manhã, fechando o último de dia de desfiles do Grupo Especial, a Mocidade Independente de Padre Miguel falou sobre a passagem do tempo em relação à humanidade e trouxe, Elza Soares como destaque no abre-alas.  A cantora representou o símbolo da agremiação.Mocidade 2019

    A comissão de frente trouxe a máquina do tempo, para viajar no passado, e apresentou também um carro futurista, guiado pelo cientista maluco que se transformava em robô.  A Verde e Branco de Padre Miguel fez um desfile bem-cadenciado, relembrando antigos carnavais, como os de 1979, 1985 e 1991.53430071 2115259338587894 8094952740851023872 n

     

    54256948 254426072169385 7016231031120330752 nMarcinho Siqueira e Cristine Caldas o primero casal de mestre-sala e porta-bandeira da escola,com muita elegância e sincronismo representou "A centelha divina", simbolizando a explosão cósmica, a concepção do mundo, o milagre da vida.DSC 0502

    Camila Silva,a rainha de bateria, foi um dos grandes destaques, com seu gingado mostrou todo seu samba no pé, até o dia amanhecer.  A beldade veio com uma linda fantasia dourada de “Bela tentação”.

     

     

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