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Viradouro, Unidos da Tijuca e Salgueiro saem na frente Destaque

Publicado em Grupo Especial
Segunda, 04 Março 2019 15:20

Império Serrano corre risco de voltar à Série A

 

Por Luis Leite

Fotos: Luis Leite e Alex Nunes

A primeira escola de domingo a desfilar pelo Grupo Especial, a Império Serrano trouxe o tema de enredo a célebre composição de Gonzaguinha, "O que é, que é?", música do álbum "Caminho do coração", lançado em 1982.

Mesmo sendo uma música bastante conhecida, a verde e branco da Serrinha não empolgou o público. Faltou animação dos integrantes ao cantar o samba, que teve como ponto alto o refrão "É bonita,e é bonita".  Com atraso devido a chuva, o Império enfrentou vários problemas durante seu desfile.  Parte de algumas alas estavam incompletas, fantasias inacabadas faltando adereços comprometendo todo o conjunto.  Algumas alegorias estavam com a iluminação apagada, inclusive o abre-alas.

Já comissão de frente vestidos de mendigos representou o nascimento de Jesus Cristo, como se fossem em dias atuais.

O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira Diego e Verônica bailaram em cima de uma plataforma elevada. Na hora de se apresentar para os jurados, o pavilhão enrolou duas vezes por conta do vento forte.

O destaque, porém, ficou por conta da bateria Sinfônica, de mestre Gilmar, com paradinhas e bossas muito bem-casadas com o samba.  Quitéria Chagas usou uma roupa repleta de penas de faisão. além de reinar a frente de seus ritmistas com muito samba no pé.

 

Unidos do Viradouro

A Unidos do Viradouro,de volta ao Grupo Especial, pisou na Sapucaí com o enredo "Viraviradouro", o tema fala sobre o mundo mágico encantando das fabulas literárias com figuras do bem e do mal.DSC 0217DSC 0222

O carnavalesco Paulo Barros abusou da tecnologia, levando bruxas voadoras, mortos saindo do cemitério e personagens marcantes da histórias infantis como: Alice no País das Maravilhas,Piratas no Caribe, Gato de Botas, A Bela e a Fera entre outros do imaginário literário e cinematográfico. A sensação do momento foi o ‘motoqueiro fantasma’ que passeou pela avenida e levantou as arquibancadas.

Comissão de frente, comandada por Alex Neoral tambem causou alvoroço.  trouxe efeitos especiais que foram destaque em todo o desfile.

A Vermelho e Branco de Niterói fez uma ótima comunicação com o público e mostrou a força e o canto de sua comunidade.  Muito bem-organizada, fez um excelente desfile, com alegorias e alas impactantes em todos os setores.   As fantasias estavam devidamente confeccionadas e com fácil leitura.Foto para o site

 

Acadêmicos do Grande Rio

A Grande Rio veio logo a seguir, com enredo "Quem nunca...? Que atire a primeira pedra", uma crítica às gafes, aos deslizes, à virada de mesa e ao famoso jeitinho brasileiro, como forma de superar os mais hábitos e construir o mundo de melhor convivência.

Destaque para a comissão de frente,que usou drones com emojis voadores, encaixados nas cabeças dos dançarinos,representando o "profeta on line."

Quarta alegoria,trazia animais marinhos de cores exuberantes feitos de garrafas pet para simbolizar a poluição nos mares.  Além da rainha de bateria Juliana Paes, estiveram presentes como destaques de chão: Thaila Ayala, Erika Januza e Carla Diaz.

 

Acadêmicos do Salgueiro

Acadêmicos do Salgueiro fez um tributo ao seu patrono espiritual Xangô - o rei da justiça, desde a África até o Brasil.  A Vermelho e Branco da Tijuca levantou público nas arquibancadas com o belíssimo samba, considerado um dos melhores do ano.  No quesito harmonia foi impecável, a comunidade cantou o samba de maneira intensa.  Na plástica, alegorias quanto em fantasias bem acabadas e entrosadas com enredo.

Comissão de frente trouxe o sincretismo religioso, com devoção a Xangô associada à figura de São Jerônimo.  A união dessas entidades representa a sabedoria e a justiça da virtude dos negros e dos seus ancestrais.53530359 2347884831897839 5528044306373279744 n53630614 2347883518564637 4039464768212303872 n

 

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Casal de mestre-sala e porta-bandeira formado por Sidcley e Marcela alves teve o melhor desempenho na avenida. Além do tradicional bailado, acrescentou passos de dança africana do Orixá Xangô. 53848761 2347892891897033 7135920478190829568 nNos giros das baianas

Na tradicional ala das baianas, as grandes senhoras guerreiras vieram fantasiadas de Iemanjá. "Negra baiana... és a rainha da beleza universal..." Relembrando o enredo "Bahia De Todos Os Deuses", que deu ao Salgueiro o título em 1969.

Destaque para compositor Djalma Sabiá, o único fundador vivo da escola e presidente de honra, que veio em um tripé.53359543 2347886191897703 288087413870297088 n53841475 2347888145230841 4829250876751216640 nAla das passistas incendiando à Marquês de Sapucaí

53456355 2347886975230958 7004195050993221632 n

Viviane Araújo esbanja boa forma à frente da bateria Furiosa vestida de borboleta de Oyá.

 

Imperatriz Leopoldinense

Penúltima escola a desfilar, a Imperatriz Leopoldinense, narrou a história do dinheiro, de uma forma bem-humorada e crítica. A Verde e Branco de Ramos enfrentou  problemas com a acoplagem do seu carro abre-alas, logo no início do desfile, formando-se um enorme buraco entre alas, prejudicando todo andamento, e com isso pode perder ponto no quesito evolução.

Comissão de frente trouxe um Robin Hood voador jogando notas falsas para as arquibancadas.  Os pontos altos foram da bateria Swing da Leopoldina e do casal de mestre-sala e porta-bandeira Thiaguinho e Rafaela Teodoro.

 

 Beija-Flor de Nilópolis

Depois do Salgueiro, veio a Beija-Flor.  Atual campeã trouxe para a Sapucaí o enredo “Quem não viu vai ver...As fabulas do Beija-Flor”,contou sua história através do seus próprios enredos.  Caracterizada pela força da sua comunidade guerreira, a Azul e Branco deixou a deseja neste ano.  A agremiação de Nilópolis passou sem muita empolgação. Destaque para boa atuação da bateria de mestre Plínio e Rodney. 

A rainha de bateria Raissa de Oliveira reinou à frente de seus ritmistas ostentando um macacão representando uma rainha africana.

 

Unidos da Tijuca

Última escola de domingo a desfilar ao clarear do dia, foi Unidos da Tijuca, que trouxe o enredo "Cada macaco no seu galho. Ó,meu pai,me dê o pão que eu não morro de fome", contou a história de um dos alimentos mais populares do planeta: o pão.  Com alegorias grandiosas e alas teatralizadas,arrebatou emoção dos componentes tijucanos que cantaram o samba a todo vapor.  Sem muito luxo as fantasias estavam leves que permetiram a boa evolução da escola.

Unidos da Tijuca 2019 Cópia

No quarto ato do desfile, relembra a peregrinação do Filho de Deus em direção ao calvário, além da quarta alegoria representando o sagrado pão através das orações, aqueles que seguiam o exemplo de Jesus: dividem o pão, multiplicando gestos de partida como salvação dos mais necessitados.

O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira Alex Marcelino e Raphaela Caboclo com um figurino em tons amarelo representou a própria fé. Até então com entrosamentos fantásticos.DSC 0173 CópiaDSC 0179 2 CópiaComendo o pão que o diabo amassou

Retrata o sofrimento dos negros retirados da África e trazidos ao Brasil nos navios negreiros,como escravos.

DSC 0439 Cópia

Estreante no posto de rainha da Pura Cadência, Eliane Azevedo se atrasou ao chegar na área de concentração.  A beldade teve problema para colocar a fantasia e entrou na avenida, só no primeiro recuo da bateria.

 

Última modificação em Segunda, 18 Março 2019 11:24

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  • Imperatriz, Santa Cruz e Unidos de Padre Miguel se destacam no segundo dia de desfiles das escolas da Série A

    A segunda noite de desfiles da Série A, na Sapucaí, apresentou um nível mais elevado do que a primeira. Não somente pela chuva que castigou as escolas da primeira noite, mas também pela evidente discrepância entre a organização e nível técnico das escolas na noite de sábado.

    A Acadêmicos do Sossego abriu os desfiles com o enredo "Os Tambores de Olukum", que celebrou as raízes sagradas, históricas e personagens do cortejo do Maracatu. Apesar de um desfile morno a escola de Niterói enfrentou problemas de acabamento em suas alegorias. Destaque para o casal de mestre-sala e porta bandeira, Marcinho Siqueira e Cristiane Caldas, que fez uma apresentação arrebatadora.

    Na sequência, a Inocentes de Belford Roxo homenageou a jogadora da Seleção Brasileira feminina de futebol Marta da Silva com o enredo "Marta do Brasil - Chorar no começo para sorrir no fim". O tema contou a história de luta e superação e as conquistas através do futebol pelo mundo. Ovacionada pelo público, a atleta desfilou no último carro alegórico.

    A Unidos de Bangu, a terceira escola a entrar na Sapucaí com o enredo “Memorias de um Griô”, contou a origem do continente africano e um dos cenários mais triste da nossa história: a escravidão. A Vermelho e Branco da Zona Oeste enfrentou problemas durante o seu desfile em quase todos os quesitos, principalmente em alegorias com falta de acabamento e iluminação.

    Logo a seguir, a Acadêmicos de Santa Cruz, que trouxe o enredo “Santa Cruz de Barbalha – Um conto popular no Cariri Cearense”, iniciou seu desfile debaixo de uma chuva fina sobre a avenida. A escola fez um belo desfile com destaques para a evolução e harmonia, porém houve problemas com a entrada do terceiro carro que acabou atingindo o Setor 1. Não houve feridos no acidente. A agremiação também trouxe alas que representaram muito bem a cultura e espiritualidade presente no Cariri, com as festas e santos juninos da região.

    Já a Imperatriz Leopoldinense veio na sequência com a reedição do Carnaval de 1981 cujo enredo era "Só da Lalá", em homenagem a Lamartine Babo, autor de diversas marchinhas e de alguns dos hinos dos clubes do estado do Rio de Janeiro.  A Verde Branco de Ramos levantou o público das arquibancadas com desfile impactante sendo uma das grandes favoritas ao título.

    Sexta escola a pisar na avenida, a Unidos de Padre Miguel, disposta a brigar pelo acesso à elite, realizou um desfile de alto nível. A agremiação da Vila Vintém trouxe o enredo “Ginga”, contando a história da capoeira com alegorias e fantasias luxuosas e alas coreografadas que encantaram a Marques de Sapucaí.

    Fechando os desfiles da série A, Império da Tijuca, trouxe um desfile com poucos erros, porém com uma grande discrepância entre as alegorias e as fantasias que não conseguiram passar bem a mensagem do enredo.

  • Temporal, emoção, superação e falta de respeito à Ala de Baianas do Império marcam primeiro dia de desfiles da Série A

    Por Luis Leite e Danndara Kyzy

    Fotos: Luis Leite

    A primeira escola da noite a abrir os desfiles do Carnaval 2020 da Série A, nesta sexta-feira (21), foi a Acadêmicos de Vigário Geral. A escola, depois de 20 anos, retornou à Marquês de Sapucaí com o enredo “O Conto do Vigário”, que retrata o cenário político de enganação no Brasil, além de acontecimentos  históricos, como a farra dos guardanapos, voto de cabresto, a política café com leite, entre outros assuntos.

    Mais de mil palhaços no salão

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    A agremiação trouxe em sua última alegoria um palhaço de terno com uma faixa presidencial, fazendo referência ao famoso gesto do presidente Jair Messias Bolsonaro: com se estivesse com uma arma na mão.  Logo atrás veio a ala do Bloco de sujo, representando contra o descaso do pode público.

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    Segunda escola a pisar no Passarela do Samba foi a Acadêmicos da Rocinha. Com fantasias leves e de fácil leitura, a agremiação trouxe o enredo "A Guerreira negra que dominou os dois mundos", que contou a história de Maria da Conceição, uma escrava do Congo, trazida para o Brasil, onde se consagrou como a  guerreira Maria Conga. A escola apresentou problemas com a última alegoria, deixando um enorme buraco na pista, comprometendo assim a evolução.

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    Logo a seguir, a Unidos da Ponte, que trouxe para avenida o enredo "Elos da Eternidade", com um tema complexo,  propôs uma reflexão sobre a relação da humanidade e a preservação do samba. Algumas alegorias estavam prejudicadas, inclusive o carro abre-alas, que estava com algumas partes mal acabadas. A cabeça da escultura, que representava o Zeus, estava bastante danificada e quase caindo.

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    A escola teve problemas com a falta de fantasias, inclusive deixando para trás componentes, na área de concentração, sem condições de desfilarem.

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    A quarta escola, a Unidos de Porto da Pedra, homenagiou as tradicionais ala das baianas. Assim como seu enredo "O que a Bahia tem? Do Bonfim à Sapucaí", a agremiação, que contou com subsídio financeiro da prefeitura de São Gonçalo, passou como uma das melhores da noite, com alegorias e fantasias muito bem construídas e luxuosas. Apesar de problemas na manobra dos dois primeiros carros para entrar no Sambódromo, a harmonia e a evolução da escola não foram tão prejudicados.

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    Na sequência, a Acadêmicos do Cubango, vicecampeã do Carnaval 2019, da Série A, contou a história do patrono da Abolição da Escravatura, Luiz Gama Filho.  A comissão de frente representou os escravos nos tribunais na luta pela liberdade. A coreografia chamou a atenção pela excelente performance.

    Logo no início do desfile, as duas partes do chassis do abre-alas desacoplaram e passaram separadas em frente à primeira cabine de jurados, gerando um enorme buraco ao logo do desfile.

    Apesar desses problemas, a Verde e Branco de Niterói, que trouxe o enredo “A voz da liberdade”, fez um um bom desfile.

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    Penúltima escola do dia, a Renascer de Jacarepaguá apostou na sabedoria e na fé das benzedeiras com o enredo “Eu te benzo, Deus te cura”. Apesar de menos luxuosa desfilou com um dos melhores sambas da Série A.

    A Vermelho, Branco e Amarelo de Jacarepaguá fez um desfile compacto de forma equilibrada.  A obra composta por Cláudio Russo, Diego Nicolau e Moacyr Luz embalou os componentes da agremiação.

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    Sem saias Império Serrano não rodou a baiana

    Encerrando os desfiles do primeiro dia da Série A, a tradicionalíssima Império Serrano talvez tenha feito o pior desfile de sua história. A escola do Morro da Serrinha vive uma crise política-financeira. Quase todos os segmentos tiveram problemas. A Ala das Baianas desfilou sem as saias rodadas, apenas com a parte superior. Os ritmistas e figurinos com fantasias incompletas, faltando chapéus e sapatos. As alegorias estavam comprometidas com falhas de acabamento e com o sistema de iluminação apagado, sem contar os problemas em harmonia e evolução.

    Inexplicavelmente, com todos os problemas visíveis, o Império, com 6 minutos no cronômetro, não havia cruzado a linha inicial do desfile, o carro abre-alas apresentou problemas técnicos.

    Não precisava ser especialista para perceber que haveria uma correria no final. Não houve jeito: desespero, choro e falta de respeito com a Ala de Baianas marcaram o desfile da Império Serrano, que provavelmente será uma das escolas rebaixadas para a Série B.

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  • Lavagem do Sambódromo: teste de luz e som com atual campeã Mangueira

    Por Luis Leite

    Fotos: Daniel Pinheiro e Danndara

    Sob forte temporal, baianas de várias escolas de samba e mães de santo fizeram, neste domingo(16), a tradicional lavagem do Sambódromo, com muita água de cheiro, ervas, vassouras e defumadores abrindo segundo a crendice, os caminhos e abençoando a avenida para garantir boas vibrações e energias no Carnaval 2020. 

    Debaixo d'água, o cortejo começou por volta das 20h, tendo à frente a imagem de São Sebastião, Padroeiro do Rio de Janeiro, conduzida em um carro cruzando a Marquês Sapucaí. A celebração contou com a presença de representantes de diversas religiões, casais de mestre-sala e porta-bandeira mirins e adultos, galerias das velhas guardas, ritmistas e integrantes de várias agremiações, além dos Blocos Filhos de Gandhi e Cacique de Ramos.  Sambas antigos e atuais foram cantados pelos intérpretes oficiais do Grupo Especial. Durante o evento, o cantor e compositor Neguinho da Beija-Flor recebeu uma homenagem da LIESA pelos seus 45 anos de carreira.

    Mangueira pega a visão!

    Após a cerimônia de lavagem da pista foi vez da Estação Primeira de Mangueira, campeã do carnaval 2019, fazer o teste de luz e som da passarela. Em busca do bicampeonato, a Verde e Rosa mostrou que está pronta para fazer um grande carnaval com o enredo “A verdade vos fará livre”, do carnavalesco Leandro Vieira. O tema aborda a uma crítica da biografia de Jesus Cristo, além de questionar o que Ele faria caso retornasse à terra no atual cenário de intolerância, preconceito, violência e perseguição no mundo. Sendo a única agremiação a ensaiar na Sapucaí, a escola teve uma boa interação com público,que mesmo depois da chuva permaneceu nas arquibancadas. O desfile foi marcado por muitas manifestações contra a atual gestão da prefeitura. Este ano por falta de patrocínio não houve ensaio técnico.

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    A comissão de frente coordenada pelo casal de coreógrafos Priscilla Motta e Rodrigo não revelou a coreografia do desfile oficial, porém o grupo apresentou uma dança feita especialmente para lavagem.

    E no olhar da porta-bandeira pro seu pavilhão

    IMG 20200217 WA0072Devido a pista molhada o casal de mestre-sala e porta-bandeira, formado por Squel Jorgea e Matheus Olivério, teve um ótimo desempenho. Com muita elegância e sincronismo no bailado, os dois conseguiram desenvolver muito bem os movimentos.

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    A soberana da Bateria Surdo Um, Evelyn Bastos, com todo seu requebrado, esbanjando beleza e muito samba no pé, veio representando Maria das Dores Brasil, em homenagem a todas as mães que tiveram seus filhos mortos por bala perdida nas favelas do Rio.   

     

     

 

 

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