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Em dia de bonança, escolas encerram os desfiles da Séria A Destaque

Publicado em Série A
Domingo, 03 Março 2019 12:11

Texto e foto: Luis Leite

Durante o segundo dia de desfiles da Série A, nesse sábado (2), a chuva deu uma trégua e colaborou para que as escolas de samba desfilassem com mais tranquilidade.

A primeira escola a entrar na Marquês de Sapucaí foi Unidos de Bangu,que trouxe o enredo "Do ventre da Terra, raízes para o mundo". Sobre batatas,o tema retratou a importância da agricultura, com um recado direto pedindo consciência das autoridades no combate à fome e à miséria. A Vermelho e Branco fez um desfile regular e ainda contou com a falta de garra e o canto de seus componentes.
A comissão de frente,ensaiada pelos coreógrafos Luís Carlos e Natasha Lima,estreantes da série A,representou o cenário dos agricultores,Incas cultivadores de batata e a impressionante devoção aos deuses que culmina com a Inti-Raymi, a "Festa do Deus Sol", fez uma bela apresentação,arrancado aplausos do público.

Nos quesitos Evolução e Harmonia, a escola foi bem e teve na plástica, a beleza dos figurinos. A Unidos de Bangu fez a estreia do intérprete Daniel Collete, que conduziu o carro de som de forma perfeita.

O carnavalesco Alex de Oliveira foi talentoso na aplicação de materiais alternativos ou mais baratos, como cetim e algodão. Ele trabalhou as alegorias com muito capricho,mas houve falhas de acabamento,principalmente no último carro,batata simbolo de união e paz,a mão da escultura estava faltando dedos,com isso pode perde ponto.

Segunda escola a desfilar, a Renascer de Jacarepaguá veio com o enredo "Dois de fevereiro no Rio Vermelho", uma homenagem a Iemanjá, a Rainha do Mar. A agremiação fez um desfile compacto, porém faltou empolgação dos componentes.

Em termos de evolução, a escola fluiu adequadamente durante seu percurso. A comissão de frente representou os presentes dados à Iemanjá.

A agremiação pecou bastante na plástica: biquínis de cores diferentes em alas e adereços de mão com a madeira sem decoração alguma foram alguns dos problemas apresentados pela escola.

A seguir, veio a Estácio Sá. O Leão soltou a voz na avenida com enredo de fácil leitura, que apresentou a devoção ao Cristo negro de Portobelo, imagem encontrada no Mar do Caribe. A evolução e a harmonia foram perfeitas. A escola veio brincando na avenida, levantando o público na Sapucaí.

As fantasias estavam volumosas e vestiam devidamente a comunidade, que cantou o samba de forma satisfatória. O destaque, porém, foi para a comissão de frente.

A quarta escola a pisar na Marquês de Sapucaí foi a Porto da Pedra, que trouxe uma proposta plástica interessante, todavia pecou na execução do desfile. O terceiro carro teve um princípio de incêndio ainda na concentração. O último carro bateu no Carvalhão e entrou na avenida com a "saia" quebrada.

Logo a seguir, a Império da Tijuca veio falando do café. Entretanto a execução plástica ficou muito aquém do se esperava. Algumas alas passaram com as fantasias extremamente simples e não apresentavam ombreiras, chapéu alto ou algum outro artifício que proporcionasse volume. Com isso a escola passou “baixa” demais e apresentou um aspecto de pouca evolução.

A Acadêmicos do Cubango foi a última escola a desfilar pela Série A. Com o enredo "Igba Cubango a alma das coisas e a arte dos milagres", que conta a história dos objetivos de devoção que conectam os seres humanos ao sagrado, através das raízes do povo negro e indígenas, a escola fez uma apresentação arrebatadora. A comissão de frente, sob o comando de Sérgio Lobato, trouxe os romeiros com figurinos de elementos católicos, "roupas de Santos".

A Verde e Branco de Niterói teve uma ótima comunicação com o público. O casal de mestre-sala e porta-bandeira, Diego Falcão e Patrícia Cunha, com a fantasia representando "A alma de um Pavilhão", mostrou muito entrosamento na dança.

Com um desfile impecável e fantasias bem-confeccionadas e alegorias grandes e bem-elaboradas, a agremiação se credenciou ao título deste ano.
 

Última modificação em Quinta, 14 Março 2019 19:14

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    Por Luis Leite

    O Domingo foi de muito samba no pé para Caroline Lima, a rainha de bateria da União de Jacarepaguá. A majestade prestigiou o evento da escola que recebeu as coirmãs campeãs de 2019, Estácio de Sá e Vigário Geral, e ainda realizou sua festa de São Jorge. Entrosada com os ritmistas, Carol sambou à frente da bateria Ritmo União até o final da noite.

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  • Morre Tia Maria do Jongo da Serrinha

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    Maria de Lourdes Mendes estava na sede Casa do Jongo, no Morro da Serrinha, em Madureira, quando passou mal e foi levada para o posto de atendimento médico (PAM) de Irajá, na Zona Norte do Rio, onde veio a falecer.

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    A causa da morte, o velório e sepultamento ainda não foram divulgados.

     



  • Morre a cantora Beth Carvalho

    Texto e foto: Luis Leite

    Morreu aos 72 anos, no final da tarde desta terça-feira (30), no Rio de Janeiro, a cantora e compositora Beth Carvalho.  Ela estava internada desde o dia 8 de janeiro, no Hospital Pró-Cardíaco, em Botafogo, Zona Sul da cidade.  Em nota, o hospital informou que a causa da morte foi em decorrência de infecção generalizada.  A Madrinha do Samba enfrentava graves problemas de coluna.  

    O velório da sambista será realizado nesta quarta-feira (1º), a partir das 10h da manhã, no Salão Nobre da sede do Clube Botafogo de Futebol e Regatas, time para o qual Beth torcia.   Às 16h, o corpo seguirá em cortejo, com carro do Corpo de Bombeiros, para o Crematório do Caju, onde ocorrerá cerimônia apenas amigos e familiares.

    Elizabeth Santos Leal de Carvalho, mais conhecida como Beth Carvalho, um dos maiores nomes do samba no Brasil, nasceu no Rio de Janeiro em 5 de maio de 1946, começou a carreira musical aos 8 anos de idade após ganhar da mãe um violão, teve como influências Sílvio Caldas, Elizabeth Cardoso e Aracy de Almeida.  Na adolescência, cantava bossa nova e outros ritmos em festas e, para ajudar a família, após o pai ser perseguido na ditadura por seus pensamentos de esquerda, passou a dar aula de música.

    Na adolescência, inspirada pela bossa nova, começou a tocar violão e virou professora de música.... - Veja mais em https://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2019/04/30/morre-aos-72-anos-a-sambista-beth-carvalho.htm?cmpid=copiaecola

    Desde que começou a fazer sucesso, na década de 1970, Beth se tornou uma das maiores intérpretes do gênero, frenquentadora assídua do Cacique de Ramos ajudou a revelar nomes como Luiz Carlos da Vila, Jorge Aragão, Mauro Diniz, Arlindo Cruz, Sobrinha, Zeca Pagodinho, Almir Guineto,  e o grupo Fundo de Quintal.

    Seu primeiro sucesso foi Andança, de Edmundo Souto, Paulinho Tapajós e Danilo Caymmi, que ela defendeu no Festival Internacional da Canção, em 1968, e com o qual conseguiu o 3º lugar.   A música também deu título ao seu primeiro LP, que foi lançado em 1969.  Emendou outros sucessos na sua voz, como o hino Vou Festejar, e eternizou Coisinha do Pai.  Gravou Folhas Secas, com Nelson Cavaquinho, e As Rosas Não Falam, de Cartola.

    Mangueirense de coração, foi homenageada por outras escolas de samba.  Em 1984 foi tema de enredo da Unidos do Cabuçú, "Beth Carvalho, a Enamorada do Samba", a agremiação foi campeã  e subiu para o Grupo Especial.   Recebeu da Velha Guarda da Portela uma placa comemorativa por  ter sido a cantora que mais gravou seus compositores.

    Beth Carvalho vinha enfrentando um drama pessoal desde 2010, ela sofreu uma fissura no sacro, um osso localizado na base da coluna vertebral. Devido a esse problema,provocado por uma artrose no fêmur, Beth passou a se apresentar deitada em uma cama, sem poder nem se sentar ou andar.

     

    Em nota, o hospital informou que a causa foi infecção generalizada (sepse).... - Veja mais em https://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2019/04/30/morre-aos-72-anos-a-sambista-beth-carvalho.htm?cmpid=copiaecola
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