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Escolas da Séria A abrem desfile embaixo de um aguaceiro Destaque

Publicado em Série A
Sábado, 02 Março 2019 12:48

Texto e foto: Luis Leite

O primeiro dia de desfiles da Série A, realizado nessa sexta-feira (1), foi marcado pelo temporal que atingiu o estado do Rio de Janeiro. O aguaceiro alagou a Marquês de Sapucaí e fez com que a organização do evento atrasasse em meia hora o início do desfile da Unidos da Ponte, a primeira escola a desfilar.

Depois da chuvarada, a campeã Série B do ano passado, a Unidos da Ponte, teve a honra de abrir os desfiles da Marquês de Sapucaí, com a reedição do Carnaval 1984, com o tema "Oferendas", um enredo referencial às comidas oferecidas aos orixás nas religiões africanas.

Apesar da chuva, embalados pelo bom samba com uma melodia contagiante, a Ponte fez uma boa apresentação com fantasias e alegorias simples que devem garantir sua permanência na Série A no ano que vem.

Alegria da Zona Sul

A segunda a pisar na avenida foi Alegria da Zona Sul, com enredo “Saravá”. A escola contou, através do Preto Velho, a história da umbanda na religiosidade.

Alegria passou com carnaval bem alegre e empolgante. O samba-enredo, com refrão forte, era cantado por quase toda a escola.  Em razão das dificuldades, supostamente pelos problemas enfrentados no barracão, dois carros passaram apagados e praticamente todos tinham falhas no acabamento. Apesar disso, a escola passou bem vestida.

Acadêmicos da Rocinha

Logo após, a Acadêmicos da Rocinha, com o enredo "Bananas para o preconceito", fez uma excelente apresentação. O carnavalesco Júnior Pernambucano foi muito feliz na opção de materiais. Ele alternou entre materiais tradicionais e os modernos.

O casal de mestre-sala e porta-bandeira mostrou insegurança no bailado, todavia, levando em consideração o tempo percorrido, mesmo debaixo da chuvarada.  O destaque da escola foi a bateria.  Os ritmistas exibiram paradinhas com uma excelente afinação.

A Rocinha levou para a avenida luxo e criatividade, mas o samba não ajudou muito e com isso a "Borboleta Encantada" passou fria.   Por outro lado, pelo que foi apresentado até o momento, desfilou como candidata ao título.

Acadêmicos de Santa Cruz

Quarta escola a desfilar, a Santa Cruz trouxe o enredo homenageando a atriz Ruth de Souza, a Senhora Liberdade.  A Verde e Branca da Zona Oeste fez um desfile leve descontraído, todavia não empolgou o público nas arquibancadas do Sambódromo.

A agremiação enfrentou algumas dificuldades com os seus carros alegóricos, principalmente os dois últimos: “A cabana do Pai Tomás” e o "Ruth de Souza, Senhora Liberdade, abre as asas sobre nós". Além disso, a Santa Cruz apresentou um conjunto alegórico com pouca criatividade, porém as fantasias estavam de fácil leitura e descreveram o enredo corretamente.

No quesito Evolução, houve um buraco imenso na pista de desfile. A escola teve que correr para não estourar o tempo. Apesar das dificuldades, o destaque ficou para a bateria de mestre Riquinho.

Unidos de Padre Miguel

Outra concorrente ao título, a Unidos de Padre Miguel veio a seguir com o enredo "Qualquer semelhança não terá sido mera coincidência", uma homenagem à vida e à obra do escritor Dias Gomes.

A Vermelho e Branco da Vila Vintém fez um desfile empolgante com o canto forte da sua comunidade, interagindo com o público nas arquibancadas. O destaque, no entanto, ficou por conta das alas de passistas,baianas e da última ala, "As doces tentações de Dona Redonda", que distribuiu doces na pista durante o desfile.

Outra atração, foi a presença de Tia Surica, da Portela, no terceiro carro, "Medalhas do Zé".  Ela foi ovacionada pelo público.

Mesmo com chão ainda molhado em decorrência da chuva, o casal de mestre-sala e porta-bandeira fez uma apresentação com muita classe esbanjando graciosidade e simpatia no seu bailado.

O desfile seria impecável, caso não houvesse problemas com a última alegoria. O carro alegórico ficou destruído em função da chuva. A mão do boneco quebrou e caiu na avenida, causando um enorme buraco no último setor, e com isso, no final, a escola teve que correr, mas não conseguiu terminar a apresentação do tempo regulamentar e estourou três minutos.

Inocentes de Belford Roxo

Penúltima a desfilar, a Inocentes de Belford Roxo, com enredo "Frasco do Bandoleiro", retratou um paralelo entre as crendices de pessoas que guardam fortunas enterradas em seus quintais, no Nordeste do país, e cenas de casos atuais como a corrupção.

Um dos destaques da escola ficou por conta da comissão de frente "Estrelas do cinema nacional", e o outro pela alegoria “Cobra com a boca na botija”.  Apesar do enredo de difícil leitura, a agramiação evoluiu dentro do tempo e de forma compacta.

Acadêmicos do Sossego

Encerrando o primeiro dia de desfiles na Marquês de Sapucaí da Série A, a Académicos do Sossego trouxe o tema "Não se meta com minha fé. Acredito em quem quiser", um manifesto contra a intolerância religiosa e pelo o acolhimento de todas as crenças.

Com muita clareza no enredo e organizada, a escola fez um desfile impactante, animando o público nas arquibancadas.
A comissão de frente representou personagens ligados às suas religiões. A evolução e a harmonia passaram bem, entretanto quase se atrapalharam com a terceira alegoria. O destaque do desfile, porém, foi o último carro alegórico: "Não destrua meu terreiro". alegoria trouxe uma mãe de santo chorosa, com seu terreiro destruido.

 

Última modificação em Segunda, 18 Março 2019 11:47

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    Texto e foto: Luis Leite

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    Elizabeth Santos Leal de Carvalho, mais conhecida como Beth Carvalho, um dos maiores nomes do samba no Brasil, nasceu no Rio de Janeiro em 5 de maio de 1946, começou a carreira musical aos 8 anos de idade após ganhar da mãe um violão, teve como influências Sílvio Caldas, Elizabeth Cardoso e Aracy de Almeida.  Na adolescência, cantava bossa nova e outros ritmos em festas e, para ajudar a família, após o pai ser perseguido na ditadura por seus pensamentos de esquerda, passou a dar aula de música.

    Na adolescência, inspirada pela bossa nova, começou a tocar violão e virou professora de música.... - Veja mais em https://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2019/04/30/morre-aos-72-anos-a-sambista-beth-carvalho.htm?cmpid=copiaecola

    Desde que começou a fazer sucesso, na década de 1970, Beth se tornou uma das maiores intérpretes do gênero, frenquentadora assídua do Cacique de Ramos ajudou a revelar nomes como Luiz Carlos da Vila, Jorge Aragão, Mauro Diniz, Arlindo Cruz, Sobrinha, Zeca Pagodinho, Almir Guineto,  e o grupo Fundo de Quintal.

    Seu primeiro sucesso foi Andança, de Edmundo Souto, Paulinho Tapajós e Danilo Caymmi, que ela defendeu no Festival Internacional da Canção, em 1968, e com o qual conseguiu o 3º lugar.   A música também deu título ao seu primeiro LP, que foi lançado em 1969.  Emendou outros sucessos na sua voz, como o hino Vou Festejar, e eternizou Coisinha do Pai.  Gravou Folhas Secas, com Nelson Cavaquinho, e As Rosas Não Falam, de Cartola.

    Mangueirense de coração, foi homenageada por outras escolas de samba.  Em 1984 foi tema de enredo da Unidos do Cabuçú, "Beth Carvalho, a Enamorada do Samba", a agremiação foi campeã  e subiu para o Grupo Especial.   Recebeu da Velha Guarda da Portela uma placa comemorativa por  ter sido a cantora que mais gravou seus compositores.

    Beth Carvalho vinha enfrentando um drama pessoal desde 2010, ela sofreu uma fissura no sacro, um osso localizado na base da coluna vertebral. Devido a esse problema,provocado por uma artrose no fêmur, Beth passou a se apresentar deitada em uma cama, sem poder nem se sentar ou andar.

     

    Em nota, o hospital informou que a causa foi infecção generalizada (sepse).... - Veja mais em https://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2019/04/30/morre-aos-72-anos-a-sambista-beth-carvalho.htm?cmpid=copiaecola
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