OBatuque - Botafogo Samba Clube recebe a Unidos da Ponte em festa de coroação da nova rainha de bateria

Botafogo Samba Clube recebe a Unidos da Ponte em festa de coroação da nova rainha de bateria Destaque

Publicado em Série D
Quinta, 07 Fevereiro 2019 10:14

Meritienses serão os convidados desta sexta-feira no Food Park do Nilton Santos

A próxima sexta-feira, 8, será especial para a Botafogo Samba Clube. A agremiação alvinegra realizará a coroação de sua nova rainha de bateria: a jornalista Natália Arueira, no Food Park do Estádio Nilton Santos, no Engenho de Dentro, a partir das 18h. O ensaio, como de costume, receberá mais uma escola convidada. E ela vem da Baixada Fluminense. De volta à Marques de Sapucaí, a Unidos da Ponte levará os seus clássicos para agitar a noite na Zona Norte do Rio.Ensaio 1

O presidente Sandro Lima convocou os botafoguenses para mais uma sexta-feira com muita samba, destacando a festa de coroação de Natália Arueira. Segundo o dirigente, a escola vai crescendo a cada semana para brilhar na Intendente Magalhães com o enredo "Túlio, o Glorioso", pela Série D, em 3 de março.

- Todo ensaio nosso é especial, mas acredito que o próximo será ainda mais por conta da coroação da nossa nova rainha de bateria. A Natália é uma pessoa fantástica, ama o Botafogo e se encaixa perfeitamente na proposta da escola. Falta menos de um mês para o desfile e contamos com a presença de todos no Niltão para fazermos mais uma bela festa - ressalta Sandro Lima.

Além do ensaio com a presença da Unidos da Ponte, estarão sendo comercializados os materiais da escola, como camisas, copos e adesivos. O Food Park In Rio conta também com diversas opções gastronômicas, num ambiente familiar e com entrada franca. Ele fica localizado no Setor Oeste do Estádio Nilton Santos, na Rua José dos Reis, nº 425.

Última modificação em Sexta, 08 Fevereiro 2019 01:32

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  • Independente da Praça da Bandeira anuncia novos diretores na Ala de Passistas

    Por Luis Leite

    Fotos/Divulgação

    A Independente da Praça da Bandeira anunciou mais duas aquisições relevantes para o seu time visando o Carnaval 2021: Netinho Campos e Ranny Santos. Eles serão os novos coordenadores da Ala de Passistas. A dupla assume a direção da escola com o objetivo de renovar e adquirir novos talentos.

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    O bom filho a casa torna

    Netinho começou sua trajetória no Bloco Carnavalesco Xavantes de São João de Meriti e após foi para Independente integrar a Ala de Passistas. Passou também pelas agremiações Pimpolhos da Grande Rio e Inocentes de Belford Roxo. Em 2019, foi eleito o melhor dançarino do concurso Brasil Samba Congress.  

    “Voltar à Independente da Praça da Bandeira como coordenador da Ala de Passistas é motivo de muito orgulho para mim, ainda mais ao lado da Ranny, uma vez que já desfilamos juntos e temos uma sincronia perfeita”, afirmou Netinho.

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    Ranny Santos começou como passista na Inocentes de Belford Roxo, teve passagens pela São Clemente e Unidos da Ponte. Além disso, foi musa do G.R.E.S Alegria do Vilar e da Mocidade Unida do Santa Marta.

    “Estou muito feliz com essa nova função. A comunidade da escola pode esperar um ótimo desempenho da ala, pois força, garra e determinação para conduzir o nosso trabalho não faltarão. Juntamente com Netinho, faremos o impossível para vencermos esse desafio. Agradecemos ao presidente Fernando José pela oportunidade”, enfatizou Ranny.

  • Independente da Praça da Bandeira tem novos diretores de bateria

    Por Luis Leite

    O G.R.E.S Independente da Praça da Bandeira contratou Josué Lourenço e Jeferson Broa como novos diretores de bateria para reger o ritmo no Carnaval 2021.

    Prata da casa, Josué iniciou sua trajetória no samba em 2002, na Ala das Crianças, tendo desfilado como ritmista na Inocentes de Belford Roxo, Portela, Grande Rio, Imperatriz, Rocinha, Porto da Pedra, Paraíso do Tuiuti, Império Serrano entre outras.  Como mestre esteve à frente da bateria da Unidos da Ponte, Arame de Ricardo e Unidos de Vila Santa Tereza, em 2019.

     

    Filho de peixe, peixinho é

    Filho do mestre Geleia, Broa começou a tocar na bateria com 13 anos de idade.  Aos 16 ocupou a função de auxiliar seguindo o caminho de seu pai.  Passou também por diversas agremiações.  Sua estreia como diretor de bateria foi em 2014 pela Unidos da Ponte.  De 2017 a 2019, passou pela Unidos da Vila Santa Tereza, sob o comando de Josué, e 2020 à frente da bateria Terremoto da verde, azul e branco de São João de Meriti.

    A dupla pretende tocar projetos para formar jovens ritmistas e fortalecer a bateria da Independente.

  • Mocidade, Salgueiro e Beija-Flor são os destaques da segunda noite de desfiles na Sapucaí

    Por Luis Leite e Danndara Kyzy

    Fotos: Luis Leite

    A São Clemente abriu o segundo dia de desfiles do Grupo Especial, com toda sua irreverência e crítica com o enredo "O conto do Vigário", contando a história das malandragens e trambiques que ficaram famosos desde o período colonial.  

    A escola trouxe as vigarices tecnológicas como os golpes pelas redes sociais e as fake news (notícias falsas em inglês). O ator e comediante Marcelo Adnet, um dos compositores do samba, desfilou no quinto carro representando o presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro. Durante a performance, Adnet jogou laranjas artificiais para o público, fez flexões de braço e simulou uma arma com as mãos. Na alegoria onde ele estava havia cartazes com frases como "tá ok?", a culpa é do Leonardo di Caprio" e "acabou a mamata".

    Sobre um elemento cenográfico, a comissão de frente narrou o duelo entre dois vigários que dispultavam a imagem de uma santa amarrada no burrico pelas ruas de Ouro Preto.

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    O quarto carro vende-se um pedacinho do céu, representa o lobo em pele de cordeiro que oculta suas intenções financeiras por detrás da capa de homem santo no intuito de enganar o povo.

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    A ala de baianas representou mães de santo modernas que prometem trazer o amor perdido de volta em três dias.

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    Garrafadas milagrosas, a mágica de cura.

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    Tem marajá puxando férias em Bangu

    Referência às regalias no cárcere de políticos que vivem como estivessem de férias.

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    Disciplinada, a bateria comandada por mestre Caliquinho desfilou vestida de laranjal, fazendo alusão às falcatruas cometidas pelos políticos brasileiros.  Com fantasias divertidas, um dos destaques foi a última ala "A grávida de Taubaté", que faz menção à mulher que mentiu sobre gestar quadrigêmeos em um programa de TV, com uma falsa barriga gigante.

    No quesito evolução, a Amarelo e Preto de Botafogo passou bem, veio leve e solta brincando na avenida sem cometer nenhum percalço.

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    A Unidos de Vila Isabel, a segunda a passar pela avenida, homenageou os 60 anos de Brasília, com uma lenda indígena no tema "Gigante pela própria natureza: Jaçanã e um índio chamado Brasil", no qual a capital federal nasceu para levar as esperanças aos povos das terras, onde vive o pequeno curumim. Com carros alegóricos imponentes e fantasias volumosas ricas em detalhes, a escola transmitiu um enredo claro de extremo bom gosto. O grande destaque foi a bateria, comandada pelo mestre Macaco Branco, que fez várias paradinhas ao longo da avenida.

    A comissão de frente coreografaram os indíginas se transformando em tigres guerreiros.

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    Ala das baianas, caldeirão de brasilidade

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    Fantasiada de colombina, Aline Riscado marcou sua estreia como rainha de bateria, substituindo Sabrina Sato que deixou o posto depois de nove anos e desfilou à frente da escola como rainha da Azul e Branco, acompanhada pelo presidente de honra Martinho da Vila.

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    Último carro, Brasília jóia rara prometida.

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    Salgueiro transforma a Sapucaí em um tremendo picadeiro a céu aberto

    O Acadêmicos do Salgueiro pedi passagem e arma o seu circo na avenida. Com o enredo “O Rei Negro do Picadeiro”, a Vermelho e Branco narrou a história de Benjamin de Oliveira, o primeiro palhaço negro do Brasil, morto em 1954. A comissão de frente encantou o público com técnicas de ilusionismo.

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    A atriz Erika Januza veio fantasiada de arlequina.

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    Apesar do samba não empolgar as arquibancadas, faltou alegria de alguns componentes. A escola pode perder alguns décimos em evolução, devido a alguns buracos formados entre as alas.  Além de muita criatividade, na plástica as fantasias e alegorias estavam impecáveis com cores vibrantes de fácil leitura.  O destaque porém ficou para o último carro que trouxe a escultura de Benjamim, onde a máscara branca deu lugar ao rosto negro.

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    A soberana rainha de bateria Viviane Araújo, desfilou fantasiada de cigana esbanjando sua boa forma com muito samba no pé.

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    Carro abre-alas retrata a construção do Cristo Redentor

    De volta a Unidos da Tijuca, o carnavalesco Paulo Barros que prometia muitas surpresas, levou para a Sapucaí o enredo "Onde Moram os sonhos", que retrata a história da arquitetura e urbanismo do Rio, desde as primeiras construções no Egito até as megacidades atuais.  A agremiação também falou da poluição que destrói o meio ambiente, colocando em perigo o presente e o futuro da humanidade.

    Celebrando o arquiteto Leonardo da Vinci: a comissão de frente veio com dançarinos de macacão, com luzes de led que deveriam acender de forma sincronizada, o que não aconteceu. O fato ocorreu em frente ao módulo de julgadores. Quanto à parte estética, a escola ficou devendo, com alguns pontos negativos em fantasias e alegorias, que se mostraram mais simples do que o esperado.

    A ala das baianas representou a Catedral de Brasília, primeiro monumento projetada por Oscar Niemeyer.

    Destaque para a ala de passistas que representou o cotidiano de quem procura sobreviver numa cidade desigual.

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    Estreando com rainha de bateria na escola, a cantora Lexa desequilibrou e caiu no meio da avenida. No entanto, a funkeira não perdeu a majestade, rapidamente se levantou e continuou a sambar. A pista estava molhada devido a chuva que caiu mais cedo.

    Elza Deusa Soares, essa nega tem poder

    A penúltima escola a se apresentar na Marquês de Sapucaí, a Mocidade Independente de Padre Miguel fez um tributo a cantora Elza Soares, contando sua história de vida e artística desde o momento em que explodiu para fama: no show de calouros do apresentador e compositor Ary Barroso.

    A comissão de frente mostrou a infância pobre de Elza, nos tempos em que ela carregava latas de àgua na cabeça.

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    Minha fé! Sincretismo religioso da cantora.

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    Ala das baianas, Elza canta Mãe Menininha do Gantois.

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    Quarto carro: o circo da vida mas é dura na queda, trouxe uma pantera negra, símbolo da resistência contra a opressão.

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    A Verde e Branco de Vila Vintém fez um desfile empolgante, tendo como ponto alto o canto forte da comunidade.  Apesar do bom samba e a beleza no desenvolvimento do enredo, a escola apresentou algumas irregularidades em alegorias e adereços, onde era perceptível falhas de acabamento em alguns carros. Elza desfilou no último carro, intensamente ovacionada pela plateia.

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    Fechando o desfile de segunda-feira do Grupo Especial, a Beija-Flor de Nilópolis veio para tentar se reerguer depois de um amargo 11° lugar no ano passado. Com o enredo "Se Essa Rua Fosse Minha", a escola narrou a história da evolução do homem no que se refere às suas histórias mais antigas de criar e seguir caminhos e ruas.  

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    Segura o povo, que o povo é o dono da rua

    A comissão de frente no estilo Mad Max, interpretou o encontro de grupos de gangues rivais em um ferro velho disputando o domínio sobre as ruas.  Nesse embate, chegam as Pombagiras, que trazem para esta dimensão a mensagem de Exu, o verdadeiro dono do lugar.

    O casal de mestre-sala e porta-bandeira, formando por Selminha Sorriso e Claudinho, que comemora este ano bodas de prata, caracterizados de Sol demonstrou muita elegância no sincronismo.

    Representando Xica da Silva, a cantora de funk Jojo Todynho desfilou com os seios de fora na Sapucaí.

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    A fé me guia!

    O quarto carro trouxe um altar em consagração à Virgem Maria do estilo barroco com 20 metros de altura.

    Com um desfile grandioso e impactante, a escola levantou as arquibancadas desde o primeiro momento, porém acabou tendo problemas com a colocação dos destaques no último carro alegórico o que fez com que acelerasse o andamento, comprometendo a evolução e por poucos segundos não ultrapassou o tempo de desfile.

     

 

 

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