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Márcio Alexandre Pinheiro Duarte,o Pelé da Vila Isabel Destaque

Publicado em Grupo Especial
Quinta, 21 Junho 2018 22:50

Por Luis Leite

Fotos: Arquivo pessoal

Márcio Alexandre Pinheiro Duarte, de 46 anos, é advogado, mora no Centro da cidade do Rio de Janeiro, é cria do bairro de Vila Isabel e torcedor da escola de Noel.

A sua vida como ritmista começou na Alegria da Passarela do Salgueiro, em 1987, com mestre Robinho, um dos filhos de Almir Guineto. Conheceu mestre Trambique, da Vila, e se aprimorou com os outros instrumentos.

IMG 20180605 WA0100 2“Minha formação rítmica começou com um repique, com o mestre Robinho, da Alegria da Passarela do Salgueiro, em 1987. Robinho era filho de Almir Guineto, e em 1989 fui apresentado ao mestre Trambique, da Vila Isabel, que fez aprimorar nos demais instrumentos de bateria. Hoje, gosto mais do tarol, mas toco todos os instrumentos de bateria”, explicou Márcio Alexandre.

Com a evolução e a exigências das paradinhas, Márcio salienta não ser a favor das bossas, pois segundo ele, elas atrapalham o desenvolvimento do samba, no entanto aponta a paradinha da Vila, em 2006, nas mãos de mestre Mug, como uma das melhors, quando a escola se sagrou campeã daquele ano: “Avalio as (paradinhas) atuais muito longas e de pouco impacto e contribuição para o samba. Na minha humilde opinião, elas atrapalham o desenvolvimento do samba, a evolução e o espetáculo. Apesar disso, a paradinha que eu gostei aconteceu em 2006, quando fui campeão pela Vila Isabel, tocando centrador microfonado na avenida (surdo de terceira) com mestre Mug à frente da bateria, e tiramos a nota máxima. Por outro lado, destaco como desfile impecável o do mestre Wallan, da Vila Isabel, ano retrasado, em todos os aspectos rítmicos e sonoros”.

IMG 20180605 WA0101Diferentemente de boa parte dos ritmistas que já passaram por diversas escolas, Pinheiro, ao longo de vários carnavais, desfilou em poucas escolas de samba. Uma delas não poderia deixar de ser a sua escola de coração: a Vila Isabel. “Só desfilei pela minha escola de coração, a Unidos de Vila Isabel, mas já desfilei no passado a convite de grandes amigos conquistados no mundo do samba, como por exemplo Caprichosos de Pilares, do mestre Paulo Renato; Tradição, do mestre Dacopê; Arranco, do mestre Pica Pau. Atualmente só desfilo na minha Vila Isabel”, destacou Márcio.
Fã de mestre Mug, Peri, Godô, Mauro Buriti e Vermelho, Márcio faz suas orações para Jesus Cristo abençoar o seus “irmãos” da Vila para que dê tudo certo durante os preparativos que antecedem o desfile na avenida. Para o futuro, Márcio planja dar prosseguimento à sua profissão de advogado, contudo aposta na profissionalização dos ritmistas: “Meus projetos por hora estão fincados na minha profissão de advogado. Porém, entendo que a profissionalização dos ritmistas seja plausível, mediante os exaustivos ensaios de quadra e de rua, dedicação e gastos financeiros. Ao ensejo, encerro saudando todas as baterias de escolas de samba e aproveito a oportunidade para agradecer por este espaço, para expor nossas ideias no âmbito das baterias de escola de samba”.

Última modificação em Sexta, 22 Junho 2018 21:53

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  • Kamila Reis é coroada rainha de bateria da Unidos do Porto da Pedra

    Por Luis Leite

    Fotos: Diego Mendes e Irapuã Jeferson/Divulgação

    Na tarde do último sábado(10), foi de muita emoção para a modelo Kamila Reis. Ela foi coroada Rainha de Bateria da escola de samba Unidos do Porto da Pedra,o evento aconteceu na quadra da agremiação em São Gonçalo, Rio de Janeiro.

    O ator Antônio Pitanga, que terá sua história contada pela agremiação na Marquês de Sapucaí em 2019, prestigiou a festa de coração da dançarina e modelo Kamila Reis como nova soberana dos ritmistas da vermelho e branco.

    - Kamila é inteligente e tem muita cultura. Além de beleza, tem uma bagagem de vida. Nascida em São Gonçalo, é autêntica e é merecedora do posto de rainha de bateria – declarou.

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    A festa na Porto teve a presença do presidente da agremiação Fábio Montibelo; de Marcelo Calil, presidente de honra da Viradouro; de Marcelinho Calil, presidente da vermelho e branco de Niterói; de Renato Thor, presidente da Paraíso do Tuiuti e da Lierj, liga que representa as escolas da Série A; e do comentarista Milton Cunha, que apresentou as atrações. Rainhas de bateria como Bianca Reis (Portela), Carol Marins (Tuiuti), e Theba Pitylla, musa da escola paulistana Império da Casa Verde, foram algumas das beldades presentes.

    08 marcelinho calil kamila marcelo calil

    06 bianca carol theba milton e kamila

    Também estiveram no evento amigos de infância e parentes na nova rainha. No palco, Kamila apresentou um número que mistura dança do ventre e samba, e que é sucesso  nos shows apresentações em Dubai, cidade dos Emirados Árabe onde vive e trabalha há nove anos.

    Kamila foi coroada pela mãe, Zelina Reis, e recebeu a faixa das mãos de Maria Laura, primeira dama da agremiação. A convite da rainha, crianças do projeto Filhos de Baobá, do Morro da Penha, em Niterói, também se apresentaram dançando com a nova soberana da bateria Ritmo Feroz.

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  • Roberto Carlos Domingos,o Beto do surdo de marcação

    Por Luis Leite

    Fotos: Arquivo pessoal

    Roberto Carlos Domingos, 55 anos, morador do Estácio, aposentado, nascido e criado na comunidade do São Carlos e estaciano de coração. Roberto também é neto da baiana que fazia a sopa de ervilha para os ritmistas da bateria da Unidos de São Carlos, hoje Estácio de Sá. Foi vendo sua avó fazendo sopa que tudo começou.

     

    Obatuque.com- Quando começou a perceber o dom de tocar um instrumento de escola de samba?

    Roberto Carlos - Sempre gostei do ritmo mas, foi na bateria da Estácio, onde eu aprendi e comecei a tocar surdo de marcação, através do meu cunhado Esteves, que também era ritmista na época.

    OBatuque.com - Qual o instrumento que você mais gosta?
    Roberto Carlos - Eu gosto mais da marcação de primeira, conhecido popularmente de surdo Maracanã.

    OBatuque.com - Toca todos os instrumentos?
    Roberto Carlos - Somente alguns.

    OBatuque.com - Como você avalia as bossas e as paradinhas atuais? Elas atrapalham ou ajudam, na sua opinião?
    Roberto Carlos - Eu sou da época que não faziam bossas e nem convenções, não sou amante, mas uma paradinha muito bem executada com perfeição e criativa fica bonita.

    OBatuque.com - Por quais escolas de samba você desfilou como ritmista?
    Roberto Carlos - Que eu me lembro foram quatro agremiações:  Estácio de Sá, Acadêmicos do Engenho da Rainha, Foliões de Botafogo e Império da Tijuca.

    OBatuque.com – Atualmente, qual a agremiação que você desfila como ritmista ou diretor de bateria?
    Roberto Carlos - Hoje em dia, não desfilo mais como ritmista e nem como diretor, mas como convidado de apoio de bateria, com o mestre Ciça.

    OBatuque.com - Desses, qual foi o desfile impecável da bateria?
    Roberto Carlos - Pra mim, particularmente, foi o desfile 1992, quando a Estácio de Sá conquistou sua maior glória, sagrando-se campeã do carnaval com enredo “Paulicéia Desvairada”.

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    OBatuque.com - Você pede alguma licença ou reza seu instrumento para alguma entidade antes de desfilar?
    Roberto Carlos - Eu faço o sinal da cruz e peço proteção.

    OBatuque.com - Qual foi a paradinha que você mais gostou, de todas as que você participou?
    Roberto Carlos - A paradinha que eu mais gosto e participei foi da Estácio de Sá carnaval de 1992. Naquele ano, a bateria de um show de ritmo na Sapucaí. Até o Ayrton Senna caiu no samba.

    OBatuque.com - Um carnaval inesquecível?
    Roberto Carlos - Foi quando eu desfilei pela primeira vez como ritmista em 1990 na Estácio de Sá. Mas antes já desfilava na ala da comunidade, ala de apoio entre outras.

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    OBatuque.com - Se você fosse mestre, qual seria a  formação ideal para sua bateria?
    Roberto Carlos - Vinte e seis tamborins, 24 chocalhos, 20 cuícas, dez surdos de primeira, 12 surdos de segunda, dez surdos de terceira, cem caixas e 36 repiques.

    OBatuque.com - Um mestre de bateria?
    Roberto Carlos - Eu sempre falo, pra mim existem três: Ciça, Esteves e Odilon.

    OBatuque.com - Um ritmista que admira?
    Roberto Carlos - Na atualidade tem muitos, mas dos antigos, o Mangueira, no qual eu me espelhei (marcação de primeira).

    OBatuque.com - Projetos para o futuro em relação à profissão de ritmistas?
    Roberto Carlos - No momento, o meu único projeto é voltar pra minha escola de samba, a Estácio de Sá.

  • Porto da Pedra vai coroar nova rainha de bateria neste sábado

    Por Luis Leite

    Fotos:Kashif Joosub/Divulgação

    A festa de coração da dançarina e modelo Kamila Reis como rainha de bateria da Porto da Pedra vai movimentar a quadra da escola de São Gonçalo neste sábado(10), a partir das 14h.

    Kamila receberá a coroa durante a feijoada da escola, que terá como principais atrações musicais os cantores e compositores Xande de Pilares e Toninho Geraes.

    A nova soberana dos ritmistas da vermelho e branco, que mora há nove anos com o marido em Dubai, nos Emirados Árabes, garante que as mais de 14 horas de voo entre a cidade onde vive e o Rio de Janeiro não serão empecilho para que ela cumpra os compromissos com a vermelho e branco.

    "Desde que fui convidada para o posto, em abril, tenho vindo ao Brasil uma vez por mês. Assim que chego, minha prioridade é ir à quadra. Tenho conseguido conciliar minha agenda de trabalho em Dubai com todos os eventos importantes da escola. A partir da primeira semana de janeiro, vou ficar aqui direto", contou.

    05 kamila reis Kashif JoosubNascida e criada em São Gonçalo, Kamila garante que quer curtir cada momento do reinado que começará oficialmente neste sábado.

    "Quero aproveitar muito isso tudo! Nasci e cresci numa casa que ficava atrás da quadra. A primeira batucada que ouvi na vida foi a da bateria da escola. Minha frase pode soar meio clichê, mas não é. Ser rainha de bateria da Porto era um sonho de verdade", revela a moça, que há dois carnavais vinha ocupando o posto de musa da agremiação.

    Pablo, líder da bateria Ritmo Feroz, não economiza elogios ao falar sobre a rainha.

    "Kamila é uma junção de várias coisas boas. Tem samba no pé, é bonita, simpática, carismática. Chega sempre sorridente, beijando e abraçando todo mundo. Ela sabe ser rainha e acho que ela é o que a bateria da Porto da Pedra estava precisando", destaca o mestre.

    O ingresso de pista para a feijoada custa R$ 10 (antecipado, à venda na quadra e pelo http://www.aloingressos.com.br/feijoada-do-porto-da-pedra.html), e R$ 15, na hora. O prato de feijoada custa R$ 20. A quadra da escola fica na Rua João Silva, 84, no Porto da Pedra. Informações: (21) 2606-8623.

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