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Luiz Roberto Ferreira, o Roberto Gaguinho da Frigideira Destaque

Publicado em Grupo Especial
Sexta, 20 Abril 2018 16:32

Por Luis Leite

Fotos: Arquivo pessoal

Nascido em Porciúncula, no estado do Rio de Janeiro, Luiz Roberto Ferreira, o Roberto Gaguinho, chegou à Cidade Maravilhosa com 6 meses de idade. Foi criado na Praça do Carmo, na comunidade da Fé, e hoje, aos 52, mora no Méier.

Gaguinho é administrador de empresas, formado em Ciências Contábeis e pós-graduado em Gestão Empresarial. O torcedor do Império Serrano, nesta entrevista, conta a sua história de ritmista, desde quando ele, seus irmãos e colegas criaram alguns instrumentos, com latas de tinta ou de óleo de 20 litros.

OBatuque.com - Quando começou a perceber o dom de tocar um instrumento de escola de samba?

Roberto Gaguinho - Quem é criado no subúrbio escuta vários gêneros musicais desde pequeno, mas o samba predominava naquela época. Em frente à casa de meus pais havia uma roda de samba todo fim de semana, tocavam, cantavam e versavam o tempo todo, até o amanhecer. Aqueciam o surdo com fogueira de jornal. Aquele ritmo, aquelas letras me emocionavam. Eles tocavam muito samba-enredo, até sonhava com a batida de surdo e do tamborim. Eu, meus irmãos e colegas criamos alguns instrumentos, com latas de tinta ou óleo de 20 litros, retirávamos o fundo e amarrávamos o papel de embrulho com barbante na boca das latas e aquecíamos no fogo, aquilo era o máximo.

Com o passar do tempo todos tocavam algum instrumento, eu tinha uma paixão pelo repique, até que comprei um. Logo, compramos vários instrumentos formamos um bloco, batucávamos no futebol, em comemorações durante todo o ano, até que um grande amigo e padrinho da noite, Zé Carlos, me chamou para ir ao samba no Império Serrano, foi um grande presente para minha vida. Após algumas cervejas, ele me levou até a entrada da bateria e insistiu para que me deixassem tocar tamborim. Após este dia fiquei viciado em tamborim, ganhei um do Robertão, e só no Império, foram 23 anos na bateria, alguns ritmistas presentes naquele dia são meus amigos e desfilamos juntos até hoje.

Arquivo pessoal 2OBatuque.com - Qual o instrumento que você mais gosta?

Roberto Gaguinho - A frigideira. No final dos anos 90, observamos que o ritmo precisava ser mais agudo. Após uma boa experiência na Imperatriz em 2001, com frigideiras velhas e enferrujada eu, Júlio, Mauricio, João Malaquias e Márcio Careca formamos o primeiro grupo de frigideiras no Rio de Janeiro, chamado de Arame Farpado, pois diziam que era ruim de atravessar! A exigência era tocar no padrão floreado, toque de corte chamado na época, padrão adaptado ao tamborim do Império Serrano, nos anos 80: o toque 2x1, já que e o 3x1 era proibido, pois desvalorizava e não somava ao ritmo. Era notório que precisávamos melhorar a sonoridade das frigideiras, pois eram obsoletas e não existiam no mercado, até que o João Maluco, famoso afinador da época, nos emprestou uma frigideira feita na Marinha. Uma bela peça com uma sonoridade jamais vista. A partir daí, passamos a ter a peça padrão. Decidimos fazer as frigideiras; rateamos a chapa de aço; o Marcos Martins comprou, cortou e soldou várias peças; o gênio Mauricio adaptou uma bola de aço na ponta da baqueta como revestimento. Foi um sucesso! Hoje, a família das frigideiras é formada por Júlio, Mauricio, Roberto Gaguinho, João Malaquias, Márcio Careca, Zé Luís, Márcio e Marcos Martins, Bordallo, Mirian, Breno, Hugo, Matheus, Mônica, Henrique, Papaco e Marcelo.

OBatuque.com - Como você avalia as bossas e paradinhas atuais. Elas atrapalham ou ajudam, na sua opinião?

Roberto Gaguinho - São raras as bossas que realmente somam e ajudam no desfile. Estão fazendo bossas por disputa e desprezando o bom ritmo. Presenciei até oito bossas para escolher três ou quatro, pois o tempo para a cabine do julgador é curto. Tive o prazer em desfilar em escola, onde a bossa levantava arquibancada, ajudando a ganhar títulos. As bossas podem ajudar se forem casadas e comprometidas com a melodia do samba e sem prejudicar o andamento e o ritmo do desfile.

OBatuque.com - Por quais escolas de samba você desfilou como ritmista?

Roberto Gaguinho - Império do Futuro (02), Império Serrano (22), Mocidade Independente (9), Imperatriz (19), Beija Flor (15), Portela (2), União da Ilha (6), Vila Isabel (2), Tuiuti (2), Rocinha (14), U. da Tijuca (2), Império da Tijuca (3), Mangueira(1), Renascer de Jacarepaguá (05), Cubango (4), U. Padre Miguel (2), Vizinha Faladeira (2), União de Maricá (2), Em Cima da Hora (3), Unidos do Cabuçu (14), Lins Imperial (3), Engenho da Rainha (4), Caprichosos de Pilares (9), Difícil é o Nome (2), Acadêmicos da Praça da Bandeira (1) e União de Jacarepaguá (2).

OBatuque.com - Desses, qual foi o desfile impecável da bateria?

Roberto Gaguinho - Desfile impecável e inesquecível de bateria foram: Mocidade, com Vira Virou; União da Ilha, com Maria Clara Machado; e Beija-Flor, com Sete Povos das Missões. São tantos...

OBatuque.com - Atualmente qual a agremiação você desfila como ritmista?

Roberto Gaguinho - Gosto de desfilar em várias escolas, tenho desfilado nos últimos anos na Renascer de Jacarepaguá, Vizinha Faladeira, União de Maricá e Beija-Flor de Nilópolis. Em 2018, não pude ensaiar e só desfilei na Renascer, Vizinha e União de Maricá.

OBatuque.com - Qual foi a paradinha que você mais gostou de todas as que você participou?

Roberto Gaguinho - São muitas. A que mais gostei e penso que ajudou no título, foi na Mocidade, com o enredo Vira Virou, que levantou as arquibancadas em todos os setores.

OBatuque.com - Se você fosse mestre, qual seria a formação ideal para sua bateria?

Roberto Gaguinho - Formação ideal: cuícas, tamborins, cozinha com terceiras soltas e caixas tocadas em baixo, frigideiras no corredor central, chocalhos fechando a cozinha. A bateria a meu ver ficaria equalizada e bem distribuída. Detalhe importante, com andamento 144 bpm, na minha opinião o ideal para tocar, sambar e curtir o ritmo.

Arquivo pessoalOBatuque.com - Um diretor de tamborim?

Roberto Gaguinho - Sérgio Maurelli, o melhor diretor de tamborins de todos os tempos. Desenhos dentro da melodia do samba, esse cara é referência. Os atuais, em sua maioria, não respeitam a história muito menos o instrumento, deixam muito a desejar dentro da avenida. Gosto de chamá-los de sem referência, não são humildes, são diretores sem ter amadurecimento de avenida, de samba e de relações interpessoais.

OBatuque.com - Projetos para o futuro em relação a profissão de ritmistas?

Roberto Gaguinho - Já formamos vários grupos de ritmo, mas sem interesse comercial ou profissional. Vejo como hobby, entendo que cada vez mais tenho a obrigação de difundir, incentivar, fazer grandes amizades, socializar e resgatar pessoas através do ritmo. Admiro muito o músico profissional oriundo de nossas baterias, inclusive indico vários grupos nossos de samba para festas e eventos.

OBatuque.com - Suas considerações finais?

Roberto Gaguinho - Quando pequeno, achava o máximo a escola ser campeã. O ritmista dava o sangue pela escola e passava como campeão, colocava a faixa, desfilava nos bairros de fantasia como era em Madureira, com o Império e a Portela. Sonhei muito em ser um ritmista e desfilar como campeão. Graças a Deus realizei esse sonho muitas vezes. O samba e o ritmo foram grandes presentes que recebi de Deus. O samba me deu grandes amigos, me deu luz quando estava em caminhos obscuros, me abriu muitas portas, até emprego eu arrumei no início da carreira. Tenho muito a agradecer a grandes sambistas e, em especial, Márcio Russo, Zé Carlos, Robertão e Márcio Martins. Eu como sambista e ritmista digo a todos: “Vamos usar o samba para construir, fazer amizades, ajudar e até recuperar pessoas!”. Nós podemos, através da arte do ritmo, dar luz e quem sabe, um mundo diferente a muitas pessoas, eu acredito.
    

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  • Lierj realiza sorteio da ordem dos desfiles da Série A na Cidade do Samba

    As agremiações da Série A conhecerão no dia 5 de junho o dia e a posição em que desfilarão no Carnaval de 2019. A Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro promove, na Cidade do Samba, o sorteio da ordem dos desfiles.

    O primeiro dia de apresentações no Sambódromo contará com sete agremiações na sexta-feira de Carnaval, 1º de março. A abertura será realizada pela atual campeã da Série B, a Unidos da Ponte, com a Acadêmicos do Sossego, 13ª colocada na Série A em 2018, fechando inicialmente a data. Já no sábado, dia 2, quem abre é a Unidos de Bangu, que terminou o ano na 12ª posição, seguida por mais cinco escolas de samba, que serão conhecidas através de sorteio. Para isso, houve a divisão dos seguintes pares:

    Unidos de Padre Miguel – Estácio de Sá
    Acadêmicos da Rocinha – Acadêmicos do Cubango
    Renascer de Jacarepaguá – Acadêmicos de Santa Cruz
    Unidos do Porto da Pedra – Alegria da Zona Sul
    Inocentes de Belford Roxo – Império da Tijuca

    O evento começa às 20h e contará com um show de Reinaldo, o príncipe do pagode. O artista promete empolgar os convidados com um repertório de grandes sucessos dos mais de 30 anos de carreira.

    Não haverá venda de ingressos. Os convites disponíveis serão distribuídos pelas próprias agremiações aos segmentos. Os interessados em comparecer também poderão ficar atentos às redes sociais da Lierj, que promoverão ações para contemplar os foliões.

    A Cidade do Samba fica na Rua Rivadávia Corrêa, 60, na Gamboa.

  • Roulian Então Tá Vieira, o criador do chocalhão em homenagem a Mestre Marçal

    Por Luis Leite

    Fotos: Domingos Peixoto,Marcos André Pinto,Paulo Araujo e Paulo Moreira

    Roulian Vieira do Nascimento,nasceu na cidade de Rio Pomba, em Minas Gerais, e se criou em boa parte de sua infância no Rio de Janeiro. Como morador de Santa Teresa, funcionário público federal, ator e músico, já participou de diversas novelas de uma emissora de TV, como “Mandala”, “De Corpo e Alma” e também na minissérie “Araponga”, como Agente Negro. Hoje ele é membro do Colegiado Executivo dos Fóruns Regionais de Governo no estado de Minas Gerais.

    Torcedor da Portela, da União da Ilha e da Unidos da Tijuca, Roulian percebeu o dom para tocar um instrumento em razão do fascínio do ritmo das baterias das escolas que sua mãe desfilava. Ele passou a se interessar por vários instrumentos, todavia foi o chocalho que fez emergir a sua fascinação. A sua avaliação como ritmista foi feita por ninguém mais, ninguém menos que Mestre Marçal. “Toquei caixa de guerra, agogô, surdo, tamborim até chegar naquele que eu gostava de ouvir os ritmistas tocarem: o chocalho. Ao chegar na Portela, para conhecer a bateria, percebi que o mestre exigia de cada um ritmista muito a performance, passava ao lado de cada um para ouvir se estava tocando no ritmo certo. Então passei a fazer parte da oficina de percussão, foram vários testes até ser aprovado pelos auxiliares e ritmistas mais antigos da Portela.  O teste final era tocar para o Mestre Marçal. Então comecei a ensaiar toda a semana na quadra. Durante um determinado ensaio, Mestre Marçal me perguntou porque eu chegava tão cedo à quadra. Eu respondi: ‘Para se inteirar com os auxiliares e tirar todas as dúvidas’.  Ele me disse: ‘Você tem futuro, meu sobrinho. Você merece um chocalho do seu tamanho’. Sobrinho, era a forma carinhosa que Marçal me chamava e também os outros ritmistas. Para homenageá-lo, resolvi fazer um chocalho do tamanho dele.  O instrumento foi construído pelo finado Paulo Marino da Portela.  Ele media 1,73 metros, exatamente da altura do Mestre Marçal, tinha 20cm de largura com 245 platinelas e pesava 5kg”, explicou Roulinan.

    Foto de Paulo MoreiraCom sua primeira exibição na bateria da Portela, Vieira ganhou do Conselho do Museu do Carnaval o prêmio de destaque como ritmista. O sonho de Roulinan era ganhar também o Estandarte de Ouro para dedicar ao seu ao seu ídolo, o Mestre Marçal.

    Apesar de ter feito essa homenagem a Marçal, Roulinan não desfila numa bateria desde 1999. Nesse ano, um dia antes do desfile da escola de samba Beija-Flor de Nilópolis, ele perdeu o instrumento que havia criado.  Para o desespero de Rouliam, ele saiu à procura do chocalho, pois ele seria tocado para milhões de expectadores e mostrado aos representantes do famoso “Guiness Book”, o Livro dos Recordes.  “Fui dar um suporte a um amigo da União de Jacarepaguá, na Avenida Rio Branco, que me pediu, antes do desfile começar, para que eu fosse organizar os ritmistas na área de concentração. No momento da distribuição dos instrumentos, o chocalho foi encostado em uma pilastra de um prédio e esquecido após a saída do responsável do caminhão. Segundo testemunhas, o chocalho foi levado por duas catadoras de latinhas, que se apossaram do material de alumínio pesado, largaram tudo que tinham em mãos e levaram o instrumento indo em direção à Central do Brasil.

    Foto de Paulo AraujoAtualmente, com 60 anos de idade, Roulian relembra com o orgulho de alguns momentos que marcaram época no carnaval carioca, especialmente o dia em que Mestre André, da Mocidade, mesmo errando, criou a paradinha, e evidentemente destaca o Mestre Marçal, como o melhor de todos os tempos: “A melhor bossa que eu vi na minha vida foi a do Mestre André, quando vivo. Sem querer ele lançou a novidade.  Hoje, as bossas abrilhantam o show da bateria. É um ‘q’ a mais para dar um diferencial rítmico entre as outras agremiações. Agora, o mestre que mais admirei, foi o Mestre Marçal, sem dúvidas. Foi o meu grande incentivador. Foi ele que me deu as primeiras orientações para que eu tornasse ritmista.  Aprendendo todos os segredos de percussão. Tenho muito orgulho de ter desfilado sob a sua batuta”.

    Roulian Vieira passou por diversas escolas, tanto como passista, quanto ritmista. Como passista, ele só não desfilou pela Mangueia, Salgueiro e Grande Rio. Já como ritmista, ele passou pela Portela, Beija-Flor, Estácio de Sá, Tradição, Império Serrano, Imperatriz, Mocidade, Unidos da Tijuca, Caprichosos de Pilares, União da Ilha, União de Jacarepaguá e Unidos de Vila Isabel.

    Foto de Marcos André PintoAdmirador dos saudosos ritmistas Catanha da Portela e Eduardo do Repique, Vieira crê na valorização dos ritmistas, especialmente em resgatar essas histórias, que segundo ele, jamais serão esquecidas a partir da propagação de matérias e a visibilidade dada a esses músicos: “Propagar a cultura dos ritmistas é uma bela iniciativa. Essas histórias jamais deverão ser esquecidas e não deixar morrer os nomes de quem foi história no mundo samba, como os grandes baluartes das últimas décadas.  É a valorização do ritmista que é fundamental.  Não podia também esquecer dos saudosos José Carlos Machado, Fernando Pamplona e José Carlos Rêgo”.

  • Valéria Amorim assume a presidência da Ala dos Compositores da Vizinha Faladeira

    A Vizinha Faladeira acaba de anunciar Valéria Amorim como a nova presidente da Ala dos Compositores da Pioneira. Ela retornar ao cargo após receber o convite do presidente David dos Santos, que acrescentou a importância de sua história no mundo do samba e também na agremiação, onde, este ano, coordenou a Ala Amigos da Pioneira, juntamente com sua mãe Alcenir Amorim.
    "A Valéria já esteve conosco em outros carnavais, 2015 e 2016, e retornou à escola no Carnaval deste ano coordenando a Ala Amigos da Pioneira. Pela sua experiência e bagagem, decidimos convida-la para assumir a presidência da Ala dos Compositores, que, com certeza, fará com muita dedicação e  profissionalismo. É uma das nossas alas mais importantes e merece todo o nosso carinho. Em breve estaremos divulgando o enredo e a sinopse. Nossos compositores terão uma grande surpresa para iniciarem a escrita de suas obras", revelou o presidente David dos Santos.
    A nova presidente Valéria Amorim destacou a importância da ala e anunciou que pretende realizar em breve uma reunião com os compositores da escola. "Estou retornando à Pioneira para comandar a Ala dos Compositores. Estive à frente dessa ala em 2015 e 2016, e sei de sua importância para a escola. Já posso destacar que pretendo trazer para a escola os antigos compositores, convidar novos escritores de samba e pessoas renomadas para a nossa ala. Estamos abertos para recebermos a nata do samba em nossa disputa de samba-enredo. Avante Pioneira rumo ao Carnaval 2019", ressaltou Valéria.

3 comentários

  • Anderson
    Link do comentário postado por Anderson
    Domingo, 29 Abril 2018 13:23

    Parabéns ao site pela iniciativa de ouvir quem executa o ritmo isso tb ajuda bastante à nós Mestres a ampliar a visão sobre a evolução e a preservação do ritmo maravilhoso que é o samba .
    Observação necessária hoje ocupo a função de mestre mas serei um eterno ritmista parabéns aos companheiros de ritmo que fazem verdadeiramente a coisa acontecer .

  • Mônica
    Link do comentário postado por Mônica
    Domingo, 22 Abril 2018 01:15

    Ótima matéria! Parabéns aos envolvidos. E concordo com o Roberto, a frigideira faz a diferença e tem um som muito marcante nas baterias.

  • Ricardo bocao
    Link do comentário postado por Ricardo bocao
    Sábado, 21 Abril 2018 11:39

    Com maior prazer que tenho vcs na bateria do bloco sepulta vcs já fazem parte da história do bloco pergunta si vcs vão vir desfila amizade que vale obrigado a todos

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