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Presidente da Ilha contesta repasse da prefeitura às escolas do Grupo Especial Destaque

Publicado em Últimas Notícias 1
Segunda, 12 Junho 2017 10:43

Em reunião realizada neste sábado, na quadra da União da Ilha do Governador, que contou com presença de todos os segmentos da escola, o presidente Ney Filardi levou ao conhecimento de todos a posição do prefeito Marcelo Crivella, em reduzir a subvenção de R$ 2 milhões para 1 milhão às escolas de samba do Grupo Especial.

Ney enfatizou que as agremiações vêm sofrendo grandes perdas financeiras:

- O governo federal em nada contribui para o carnaval e a Petrobras cortou a verba (R$ 1 milhão), que dava para cada escola do grupo especial. O governo estadual também não ajuda. A vendagem de ingressos já não é mais a mesma. Arquibancadas e frisas não sofrem um reajuste há mais de cinco anos. O repasse da Rede Globo se dá através de vendagens de cotas (valores variados). E os impostos, taxas e salários não param de aumentar, bem como, a compra de materiais (cola, madeira, isopor...) - afirmou.

- Vale frisar, que as escolas de samba mantém seus barracões e suas quadras abertas o ano todo. Isso gera despesa! E agora, com a notícia do prefeito do corte de verba oriundo da prefeitura, impossibilita das escolas irem para avenida de maneira digna. A União da Ilha, por exemplo, mantém cursos e oficinas para passistas, ritmistas, mestres-salas e porta-bandeiras o ano inteiro. Como sustentar todas essas atividades com menos dinheiro? - indagou Ney.

O presidente Ney FIlardi passou para os segmentos da escola que, em caso de redução desses 50%, ou seja, menos 1 milhão, a agremiação não irá desfilar no próximo ano:

- Se esse corte realmente acontecer, peço desculpas antecipadamente, mas a União da Ilha não desfilará no carnaval de 2018 - alertou Ney, prometendo fazer de tudo para que os desfiles das escolas de samba não sofram outras baixas.

- E as escolas mirins? Terão seus sonhos interrompidos? E a cultura? Deixará de ser amplamente cultura brasileira? Não será mais propagada, divulgada, para o mundo inteiro? - indagou.

O presidente reconhece o momento de crise que o país vive. Por outro lado, não entende e não concorda com a posição da prefeitura:

- Se o prefeito me dissesse: "Presidente, não vou dar dinheiro para a União da Ilha, porque preciso construir e reformar escolas e hospitais, além de garantir o pagamento salarial dos servidores do município”... Aí sim, eu entenderia! Mas o carnaval do Rio de Janeiro proporciona ganhos financeiros ao comércio, aos taxistas, as companhias aéreas, as agências de turismo, bares, vendedores, ambulantes credenciados, restaurantes, rede hoteleira, cervejarias e diversos outros beneficiários. Isto sem contar, com a alegria do povo. São 7 dias de folia, onde o rico se mistura com o pobre e vice-versa. Isto sem contar, que o "período de momo" gera uma entrada nos cofres do município de R$ 3 bilhões. E a prefeitura investe 60 milhões de reais. Matemática é uma ciência exata e isso gera um ganho real da prefeitura de 2 bilhões e 940 milhões Não são palavras minhas!. Esses dados foram recentemente veiculados na mídia e subscrita pela Riotur. Isto sem falar, que o nosso espetáculo é transmitido para mais de 200 países, dando assim, muita visibilidade ao município do RJ, relatou.

- Diante do que foi explanado, a pergunta que fica: se o carnaval deixa um lucro bastante significativo e expressivo, porque a redução da verba? Esse assunto já foi conversado na Liesa e acredito que todas as escolas tenham a mesma posição - finalizou Ney com um pedido: "Prefeito, não deixe o samba morrer, não deixe o samba acabar".

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  • O samba de uma nota só

    Por Aloisio Villar

    Me marcaram esta semana no "Twitter" em uma conversa que se desenrolava sobre os concursos de samba-enredo. O papo começou porque o Império da Tijuca teve apenas cinco sambas inscritos em seu concurso de samba-enredo, e alguém me marcou para dizer que concorri na Beija-Flor com mais de 100 sambas. Verdade, foi na Beija-Flor em 2004 com 107 sambas.

    Essa não foi a única disputa que me marcou pela grande quantidade de sambas. A minha estreia na União da Ilha foi com 53 sambas! Coisa impensável hoje em dia pensando que faz algum tempo que a disputa insulana não passa dos 20 sambas. A Beija-Flor mesmo faz disputas com bem menos sambas e a Portela se enche de orgulho por ter 32 em seu concurso.

    Por que isso ocorre?

    Ocorre por culpa de todo o mundo. Culpa das escolas e suas escolhas pouco claras. O Império da Tijuca, que hoje tem cinco sambas em seu concurso, tem um histórico de bons sambas escolhidos, mas também de decisões polêmicas que afastaram compositores. Compositores dos bons saíram, não teve a entrada e assim foi esvaziando. Falei do Império da Tijuca, todavia são várias as escolas que hoje pagam por decisões polêmicas, pela falta de confiança dos compositores. Pagam também pelo alto preço cobrado pela inscrição dos sambas. Não sei como é hoje, porém nas vezes que concorri no Império foi bem caro e isso afasta.

    Culpa das escolas, entretanto culpa dos compositores também. O custo está alto demais e os compositores são os culpados pelo alto preço gasto em concursos. Os compositores inventaram as torcidas de samba-enredo, inventaram os churrascos e os 30 ônibus por semana nas quadras, inventaram a entrega dos CDs para componentes e recentemente inventaram os vídeo-clips. Agora inventaram até o teaser! Para que tudo isso? Só a vaidade explica, a mesma vaidade que faz gente que não sabe compor assinar samba e tirar onda de compositor.

    Vários bons compositores como meu amigo Paulo Travassos tiveram que se afastar por não ter condições financeiras de competir, dando lugar a gente com grana que não escreve, mas banca. Compositores novos surgiram com menos quantidade que antigamente, porque o jovem normalmente não tem dinheiro para bancar concursos caros. As próprias parcerias não aguentam o monstro que criaram e se fundem em duas, três parcerias. Antigamente parcerias eram compostas de duas, três pessoas. Hoje em dia são nove assinando, três participações especiais, mais uns quatro ou cinco "por fora". Uma parceria de samba-enredo pode envolver aproximadamente 20 pessoas que poderiam fazer parte de quatro ou cinco parcerias.

    Culpa dos formadores de opinião que minimizam esse problema. Vi na discussão gente importante da imprensa repetindo o clichê que "basta um samba bom" e que não sente saudades de ouvir o samba do "Zezinho da velha guarda".

    Ok, basta um samba bom, e quando não tem esse samba bom? É matemático, quanto mais opções, quanto maior a quantidade maiores as chances de ter um ou mais sambas bons. E por que ter um só? Por que ser refém de um samba apenas sem opção de escolha ou de uma parceria apenas que faz o samba bom de todos os anos? E no ano que essa parceria não acertar? E se essa parceria sair da escola? Faz como?    

    Não entendo gente que ama samba querer elitizar dessa forma algo que sempre foi tão democrático. Imagine se alguém de fora do carnaval falar: "Para que 12 escolas se a Beija-Flor desfila bem todos os anos? Basta ela", ou então: "Para que tantos sites de carnaval informando se basta um bom para isso?". Isso é ditadura. Ainda bem que o Boi da Ilha, em 1997, não pensou: "Para que o samba do Aloisio Villar se existe o samba do Ito Melodia?".  

    É curioso ver a queda da quantidade de sambas em um concurso, ainda mais se vermos que menos escolas fazem disputas em virtude dos sambas encomendados. Naturalmente os compositores dessas escolas migrariam para outras. Não migraram.

    Temos que ver para onde esses e outros compositores foram, mas tem gente que acha que isso não é importante. Basta um.

    Vira samba de uma nota só.

    Twitter - @aloisiovillar

    Facebook - Aloisio Villar

  • Presidente da Ilha contesta repasse da prefeitura às escolas do Grupo Especial

    Em reunião realizada neste sábado, na quadra da União da Ilha do Governador, que contou com presença de todos os segmentos da escola, o presidente Ney Filardi levou ao conhecimento de todos a posição do prefeito Marcelo Crivella, em reduzir a subvenção de R$ 2 milhões para 1 milhão às escolas de samba do Grupo Especial.

    Ney enfatizou que as agremiações vêm sofrendo grandes perdas financeiras:

    - O governo federal em nada contribui para o carnaval e a Petrobras cortou a verba (R$ 1 milhão), que dava para cada escola do grupo especial. O governo estadual também não ajuda. A vendagem de ingressos já não é mais a mesma. Arquibancadas e frisas não sofrem um reajuste há mais de cinco anos. O repasse da Rede Globo se dá através de vendagens de cotas (valores variados). E os impostos, taxas e salários não param de aumentar, bem como, a compra de materiais (cola, madeira, isopor...) - afirmou.

    - Vale frisar, que as escolas de samba mantém seus barracões e suas quadras abertas o ano todo. Isso gera despesa! E agora, com a notícia do prefeito do corte de verba oriundo da prefeitura, impossibilita das escolas irem para avenida de maneira digna. A União da Ilha, por exemplo, mantém cursos e oficinas para passistas, ritmistas, mestres-salas e porta-bandeiras o ano inteiro. Como sustentar todas essas atividades com menos dinheiro? - indagou Ney.

    O presidente Ney FIlardi passou para os segmentos da escola que, em caso de redução desses 50%, ou seja, menos 1 milhão, a agremiação não irá desfilar no próximo ano:

    - Se esse corte realmente acontecer, peço desculpas antecipadamente, mas a União da Ilha não desfilará no carnaval de 2018 - alertou Ney, prometendo fazer de tudo para que os desfiles das escolas de samba não sofram outras baixas.

    - E as escolas mirins? Terão seus sonhos interrompidos? E a cultura? Deixará de ser amplamente cultura brasileira? Não será mais propagada, divulgada, para o mundo inteiro? - indagou.

    O presidente reconhece o momento de crise que o país vive. Por outro lado, não entende e não concorda com a posição da prefeitura:

    - Se o prefeito me dissesse: "Presidente, não vou dar dinheiro para a União da Ilha, porque preciso construir e reformar escolas e hospitais, além de garantir o pagamento salarial dos servidores do município”... Aí sim, eu entenderia! Mas o carnaval do Rio de Janeiro proporciona ganhos financeiros ao comércio, aos taxistas, as companhias aéreas, as agências de turismo, bares, vendedores, ambulantes credenciados, restaurantes, rede hoteleira, cervejarias e diversos outros beneficiários. Isto sem contar, com a alegria do povo. São 7 dias de folia, onde o rico se mistura com o pobre e vice-versa. Isto sem contar, que o "período de momo" gera uma entrada nos cofres do município de R$ 3 bilhões. E a prefeitura investe 60 milhões de reais. Matemática é uma ciência exata e isso gera um ganho real da prefeitura de 2 bilhões e 940 milhões Não são palavras minhas!. Esses dados foram recentemente veiculados na mídia e subscrita pela Riotur. Isto sem falar, que o nosso espetáculo é transmitido para mais de 200 países, dando assim, muita visibilidade ao município do RJ, relatou.

    - Diante do que foi explanado, a pergunta que fica: se o carnaval deixa um lucro bastante significativo e expressivo, porque a redução da verba? Esse assunto já foi conversado na Liesa e acredito que todas as escolas tenham a mesma posição - finalizou Ney com um pedido: "Prefeito, não deixe o samba morrer, não deixe o samba acabar".

  • Rogério Belisário é o novo presidente da Cubango

    Pool Quintanilha, vice-presidente (camisa preta) e Rogério Belisário, presidente (camisa azul), ao lado de São Lázaro, padroeiro da escola - Foto: Paula Ranieri

    Aos 73 anos, e mais de 40 de escola, Rogério Belisário chega a presidência do Acadêmicos do Cubango, escola de samba da Série A do Carnaval Carioca, sediada em Niterói. Durante a tarde de domingo (07) os cubanguenses estiveram na quadra da agremiação para participarem do pleito de escolha do grupo que irá comandar a verde e branco durante o biênio 2017-2019. Com 1412 votos válidos, a CHAPA 2 - RESGATA CUBANGO se elegeu com 721 votos contra 668 da Chapa 1 - Todos pelo Cubango.

    Para presidente do Conselho Deliberativo, o jovem Theo Ferreira foi eleito, filho do fundador da escola, Ney Ferreira, falecido no ano passado. Assim, o Conselho Deliberativo eleito se reunirá nesta segunda-feira (8) com o Conselho Soberano para dar posse ao Rogério Belisário como presidente executivo.

    Emocionado com a repercussão da vitória da Chapa 2, e abraçado por diversos baluartes e moradores, Rogério externa sua alegria em constatar a consagração da comunidade na busca de mudanças significativas para a escola:

    - Atribui a vitória ao esforço da comunidade, a vitória é da comunidade. Eu e meu vice-presidente fomos os intermediários da vontade do cubanguense. Quem desceu pra votar em nós foi a comunidade, que estava há muito tempo afastada da quadra. Assim que tomar posse oficialmente, irei conversar com os segmentos e profissionais da escola para oficializar seus contratos.

    Em breve o Acadêmicos do Cubango anunciará a festa de comemoração pela eleição do novo presidente executivo e a formação da nova diretoria para o próximo biênio, bem como as reformulação administrativas e carnavalescas.

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