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Grupo B: Tradição é favorita ao título

Publicado em Série B
Quarta, 01 Março 2017 01:50

Leão de Nova Iguaçu e Unidos de Bangu correm por fora

Por Ricardo Maia

A Tradição está com a mão na taça depois dos desfiles das escolas do Grupo B, na Intendente Magalhães, no dia 28 de fevereiro. A escola, que fez o melhor desfile da noite, concorre também com a Leão de Nova Iguaçu e a Unidos de Bangu.

Primeira escola a desfilar, a Vizinha Faladeira trouxe o enredo “A Última do Português a que nem Camões contaria...”, de autoria do carnavalesco Jean Rodrigues fez um desfile muito aquém do que se esperava. Quando a escola já estava com 7 minutos de cronometragem, foi aí que o primeiro casal conseguiu chegar.

As alegorias estavam muito pobres e com dificuldades de entrar na avenida.

A Caprichosos de Pilares, por sua vez, fez o feijão com arroz. Assinado por Luiz Fernando Reis, o enredo “Não deu pra mudar o começo, mas vamos mudar o final” fez uma referência à malandragem e à “roubalheira” que assola o Brasil.

Em um de suas alegorias, um cidadão fazia alusão ao político corrupto. Ele dava dinheiro para ganhar votos. Do meio do desfile em diante, a escola cresceu em termos de alegoria, com a cara da escola, sobretudo pela irreverência.

A seguir veio a Unidos do Jacarezinho com o enredo “O dia em que o jacaré comeu a noite”, assinado pelo carnavalesco Eduardo Gonçalves

A Unidos do Cabuçu, com o tema “Domingo Menino Dominguinhos”, de autoria de João Vitor Araújo, fez um desfile morno. A escola pecou na harmonia. Os componentes não cantavam o samba. Não houve nenhum tipo de inovação em relação às fantasias e às alegorias.

A Engenho da Rainha, quinta escola a desfilar com o enredo “Zé Keti... A voz do morro sou eu mesmo sim senhor”, de Diangelo Fernandes, desfilou com um dos carros com as luzes apagadas, com fantasias com muito cetim, lamê e muito prejudicada pelo som da avenida, que falhava constantemente.

Logo a seguir veio a Tradição. O carnavalesco Leandro Valente, para descrever o enredo “O lago dos cisnes”, imprimiu em suas fantasias luxuosidade, que fez que escola despontasse com uma das favoritas ao título, mesmo sem ter desfilado.

No entanto, assim que começou o desfile, a Tradição se precipitou e não deixou um espaço suficiente entre a ala e a bateria, que ficou em “L”. Chegando ao final do desfile, a escola teve muita dificuldade de colocar um dos carros alegóricos na pista. O carro foi abandonado na concentração, e a plateia fez selfies com o carro. Porém, de acordo com o regulamento, a escola não perderá pontos, pois a exigência é de apenas um carro. No final, a escola passou muito bem e se credenciou ao título desse grupo.

Mesmo trazendo um carnaval pobre ao homenagear Roberto Ribeiro, com o enredo “Roberto Ribeiro, o Menino Rei”, do carnavalesco André Wonder, a Unidos da Ponte fez um desfile alegre e empolgante. A sua comunidade brincou o carnaval, apesar de falta de verba, bastante evidente durante o desfile.

A Leão de Nova Iguaçu, cujo enredo era “llê Axé Opô Afonjá — O Rei está na terra”, de Cid Carvalho, não contou com sua principal homenageada, Mae Regina. Ela se recusou a desfilar por não concordar com a escolha do samba. A escola, porém, desfilou bonita com cerca de 700 componentes. Ao contrário da Ponte, fez um desfile técnico com um excelente samba-enredo. É outra escola que se credenciou ao título.

Reeditando o enredo de 2011, “O samba não tem fronteiras, O Favo de Acari conta a história dos bambas da Mangueira”, os carnavalescos Nelson Costa e Eduardo Júnior, a escola Favo de Acari fez um péssimo desfile. A bateria e a porta-bandeira estavam sem chapéu. O material bem barato. A escola não desenvolveu bem o enredo. Ombreiras com uma placa de acetado jogada no ombro.

Logo a seguir e fazendo homenagem à Nossa Senhora de Aparecida, a Em Cima da Hora entrou para contar o enredo “Maria, Nossa Mãe Aparecida: 300 anos de bênçãos!”, de autoria dos carnavalescos Raphael Torres e Alexandre Rangel. Apesar de um enredo que poderia render um bom desfile, a escola fez um desfile morno. A bateria veio numa cadência muito boa. As baianas estavam representando a santa padroeira. Apesar disso, a agremiação não se credenciou ao título, entretanto muito longe do descenso.

Com o tema “Bip Bip, um Bar a Serviço da Alegria. Lá onde o Samba está em Casa!”, assinado por Saulo Saúde, a Mocidade Unida do Santa Marta desfilou sem carro alegórico. Segundo o presidente Haroldo Fully, a escola foi sabotada, quando teve um dos pneus furado. Além disso a comissão de frente chegou depois que a escola já havia iniciado o desfile.

O Arame de Ricardo foi mais uma escola que desfilou fria. Com o enredo “Ora, pois… Hoje o banquete é real”, desenvolvido pelo carnavalesco Ney Junior, a agremiação do bairro Ricardo de Albuquerque teve algumas dificuldades, mas dificilmente não ascenderá de grupo.

Encerrando a Unidos de Bangu se credenciou ao título pelo bom desfile que fez. A escola “incendiou” a Intendente Magalhães, com o enredo “Onde há fumaça, há fogo!”, desenvolvido pelos carnavalescos Rodrigo Marques e Guilherme Diniz.

Última modificação em Quarta, 01 Março 2017 08:07

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    A programação para comemorar o Dia de São Jorge neste domingo será intensa na quadra da União da Ilha. A agremiação insulana preparou para os fiéis do "Santo Guerreiro" uma programação que contará com missa, queima de fogos, feijoada, velha guarda musical da escola, apresentação do novo coreógrafo da comissão de frente, Márcio Moura, shows dos grupos "Samba do Amigo Meu" e Dudu Nobre, Pique Novo e do cantor Belo. Para fechar o dia com chave de ouro, bateria do mestre Ciça, Ito Melodia e o carro de som com sambas inesquecíveis da Ilha, passistas, baianas e casais de mestre-sala e porta-bandeira


    Confira a programação que ocorrerá o dia todo:

    11h - Missa no interior da quadra;

    em seguida: 

    tradicional queima de fogos no estacionamento da quadra;

    feijoada na quadra;

    show da Velha Guarda musical;

    show do grupo Samba do Amigo Meu e Dudu Nobre;

    show do grupo Pique Novo;

    show do cantor Belo;

    bateria do Mestre Ciça e Ito Melodia com sambas inesquecíveis.

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