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Grupo B: Tradição é favorita ao título

Publicado em Série B

Leão de Nova Iguaçu e Unidos de Bangu correm por fora

Por Ricardo Maia

A Tradição está com a mão na taça depois dos desfiles das escolas do Grupo B, na Intendente Magalhães, no dia 28 de fevereiro. A escola, que fez o melhor desfile da noite, concorre também com a Leão de Nova Iguaçu e a Unidos de Bangu.

Primeira escola a desfilar, a Vizinha Faladeira trouxe o enredo “A Última do Português a que nem Camões contaria...”, de autoria do carnavalesco Jean Rodrigues fez um desfile muito aquém do que se esperava. Quando a escola já estava com 7 minutos de cronometragem, foi aí que o primeiro casal conseguiu chegar.

As alegorias estavam muito pobres e com dificuldades de entrar na avenida.

A Caprichosos de Pilares, por sua vez, fez o feijão com arroz. Assinado por Luiz Fernando Reis, o enredo “Não deu pra mudar o começo, mas vamos mudar o final” fez uma referência à malandragem e à “roubalheira” que assola o Brasil.

Em um de suas alegorias, um cidadão fazia alusão ao político corrupto. Ele dava dinheiro para ganhar votos. Do meio do desfile em diante, a escola cresceu em termos de alegoria, com a cara da escola, sobretudo pela irreverência.

A seguir veio a Unidos do Jacarezinho com o enredo “O dia em que o jacaré comeu a noite”, assinado pelo carnavalesco Eduardo Gonçalves

A Unidos do Cabuçu, com o tema “Domingo Menino Dominguinhos”, de autoria de João Vitor Araújo, fez um desfile morno. A escola pecou na harmonia. Os componentes não cantavam o samba. Não houve nenhum tipo de inovação em relação às fantasias e às alegorias.

A Engenho da Rainha, quinta escola a desfilar com o enredo “Zé Keti... A voz do morro sou eu mesmo sim senhor”, de Diangelo Fernandes, desfilou com um dos carros com as luzes apagadas, com fantasias com muito cetim, lamê e muito prejudicada pelo som da avenida, que falhava constantemente.

Logo a seguir veio a Tradição. O carnavalesco Leandro Valente, para descrever o enredo “O lago dos cisnes”, imprimiu em suas fantasias luxuosidade, que fez que escola despontasse com uma das favoritas ao título, mesmo sem ter desfilado.

No entanto, assim que começou o desfile, a Tradição se precipitou e não deixou um espaço suficiente entre a ala e a bateria, que ficou em “L”. Chegando ao final do desfile, a escola teve muita dificuldade de colocar um dos carros alegóricos na pista. O carro foi abandonado na concentração, e a plateia fez selfies com o carro. Porém, de acordo com o regulamento, a escola não perderá pontos, pois a exigência é de apenas um carro. No final, a escola passou muito bem e se credenciou ao título desse grupo.

Mesmo trazendo um carnaval pobre ao homenagear Roberto Ribeiro, com o enredo “Roberto Ribeiro, o Menino Rei”, do carnavalesco André Wonder, a Unidos da Ponte fez um desfile alegre e empolgante. A sua comunidade brincou o carnaval, apesar de falta de verba, bastante evidente durante o desfile.

A Leão de Nova Iguaçu, cujo enredo era “llê Axé Opô Afonjá — O Rei está na terra”, de Cid Carvalho, não contou com sua principal homenageada, Mae Regina. Ela se recusou a desfilar por não concordar com a escolha do samba. A escola, porém, desfilou bonita com cerca de 700 componentes. Ao contrário da Ponte, fez um desfile técnico com um excelente samba-enredo. É outra escola que se credenciou ao título.

Reeditando o enredo de 2011, “O samba não tem fronteiras, O Favo de Acari conta a história dos bambas da Mangueira”, os carnavalescos Nelson Costa e Eduardo Júnior, a escola Favo de Acari fez um péssimo desfile. A bateria e a porta-bandeira estavam sem chapéu. O material bem barato. A escola não desenvolveu bem o enredo. Ombreiras com uma placa de acetado jogada no ombro.

Logo a seguir e fazendo homenagem à Nossa Senhora de Aparecida, a Em Cima da Hora entrou para contar o enredo “Maria, Nossa Mãe Aparecida: 300 anos de bênçãos!”, de autoria dos carnavalescos Raphael Torres e Alexandre Rangel. Apesar de um enredo que poderia render um bom desfile, a escola fez um desfile morno. A bateria veio numa cadência muito boa. As baianas estavam representando a santa padroeira. Apesar disso, a agremiação não se credenciou ao título, entretanto muito longe do descenso.

Com o tema “Bip Bip, um Bar a Serviço da Alegria. Lá onde o Samba está em Casa!”, assinado por Saulo Saúde, a Mocidade Unida do Santa Marta desfilou sem carro alegórico. Segundo o presidente Haroldo Fully, a escola foi sabotada, quando teve um dos pneus furado. Além disso a comissão de frente chegou depois que a escola já havia iniciado o desfile.

O Arame de Ricardo foi mais uma escola que desfilou fria. Com o enredo “Ora, pois… Hoje o banquete é real”, desenvolvido pelo carnavalesco Ney Junior, a agremiação do bairro Ricardo de Albuquerque teve algumas dificuldades, mas dificilmente não ascenderá de grupo.

Encerrando a Unidos de Bangu se credenciou ao título pelo bom desfile que fez. A escola “incendiou” a Intendente Magalhães, com o enredo “Onde há fumaça, há fogo!”, desenvolvido pelos carnavalescos Rodrigo Marques e Guilherme Diniz.

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    Confira a programação que ocorrerá o dia todo:

    11h - Missa no interior da quadra;

    em seguida: 

    tradicional queima de fogos no estacionamento da quadra;

    feijoada na quadra;

    show da Velha Guarda musical;

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    Por Ricardo Maia
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    Não me lembro em outros carnavais de uma campeã da avenida ter sido aclamada em plenária. A reunião também teve um comportamento atípico. Das 13 escolas com direito a votos, cinco resolveram de abster. E as cinco consideradas escolas de ponta. Como pode quase a metade do grupo, e justamente as que sempre disputam títulos se absterem de uma decisão tão importante para o futuro do carnaval? Com exceção da Mangueira, as outras sete escolas consideradas, digamos, o segundo escalão do Grupo Especial, votaram a favor. Jogo de interesses? Acordo de amigos?

    Entendam-me. Não estou desqualificando o título da Mocidade, que poderia perfeitamente ter sido aclamada campeã na abertura dos envelopes. Estou avaliando a forma que esse título foi conquistado.

    Em 1980, a última vez que foi decretado empate, os jurados deram notas máximas para as três escolas campeãs, não havendo possibilidade de desempatar. Mas 2017 foi bem diferente.

    Título dividido? Mas por quê? Como assim? Baseado em quê?

    Se o décimo tirado da Mocidade foi devolvido, ela teria 269,9 pontos, terminando empatado com a Portela. Porém temos quesitos de desempates. Vamos avançando sobre eles... enredo mestre-sala e porta-bandeira, harmonia, evolução... até aí as duas seguiriam empatadas com 30 pontos. Então chegamos ao quesito comissão de frente: Mocidade 10, 10, 10, Portela 10, 10, 9,9. Pronto, a Mocidade seria campeã pelo desempate.

    Todavia a Liesa declarou empate. Que empate é esse? Se considerarmos o julgamento pelas notas dos jurados na pista, deu Portela, se formos pelas notas das justificativas, deu Mocidade. Empate jamais. De maneira alguma daria empate.

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