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´Caciqueando´ com a Família Carajás

Publicado em Blocos
Quarta, 01 Fevereiro 2017 04:05

Por Ricardo Maia

Fundado em 1961 e sediado na Rua Uranos, o Cacique de Ramos é considerado um dos blocos carnavalescos mais tradicionais da cidade do Rio de Janeiro. Por ele já passaram personalidades como Almir Guineto, Beth Carvalho, Jorge Aragão, Marquinhos Satã, Arlindo Cruz, Sombrinha e os saudosos Jovelina Pérola Negra e Luiz Carlos da Vila.

O sucesso do bloco, no entanto, não se restringe aos sambistas renomados, aos sambas e aos desfiles memoráveis dos carnavais de outrora. O seu triunfo também é atrelado a um grupo de profissionais que trabalham com afinco e amor ao Cacique de Ramos, como é caso da costureira Leila Ramos de Oliveira, mais conhecida como Leila Carajás, fundadora, em 2005, da Família Carajás e responsável pela confecção das próprias fantasias do grupo, e de sua filha Nara Carajás, que juntamente com outros familiares, há 12 anos mantém viva a tradição da ala no próprio nome.

O nome Família Carajás, segundo Nara, foi dado pelo próprio dirigente do Cacique, Bira Presidente, que achou melhor registrar dessa forma em razão dos Carajás serem originariamente familiar.

IMG 20170125 WA0031- Bom, no começo a maioria dos componentes era da família mesmo. Foi aumentando, chegando mais um, mais dois, mais três... por isso esse nome: “Família Carajás”. Aqui na minha casa todo o mundo é louco, apaixonado por carnaval, eu nasci no carnaval, minha irmã nasceu no carnaval, minha filha nasceu no carnaval, minha mãe nasceu no carnaval, e vem assim desde da época da minha bisavó, da minha tataravó, por isso nasceu a ideia de montar a ala dentro do cacique com a base que é a minha família. Minha mãe é a presidente, meu padrasto é o diretor, eu confecciono a parte de pena, e minha irmã já ajuda na divulgação. Com isso, o Bira Presidente - quando minha mãe foi registrar a ala - parou, pensou e falou: “Não. Ala, não, Família Carajás”. Tanto é que, dentro do Cacique é a única ala com nome de família - explicou Nara.

Além da Família Carajás, o Cacique desfila com mais cinco alas fantasiadas, são elas: Apache, Cheyeenne, Comanche, Guerreiros e Tamoios, e mais três com camisas alusivas ao próprio bloco: Cura Ressaca, Sou Cacique e a Sou Curumim, que é destinada a crianças que saem acompanhadas dos pais no desfile do bloco.

Com apenas R$ 150,00, o folião pode desfilar três dias de carnaval pelo Carajás. Os desfiles acontecem no domingo, na segunda e na terça-feira de folia, na Av. Graça Aranha, Centro do Rio de Janeiro. De acordo com Nara, o valor é bem em conta, levando em consideração o ambiente familiar, a tranquilidade e a segurança.

IMG 20170125 WA0026- O preço da fantasia está bem em conta. Cada ala dá o seu preço, cada uma usa um tipo de material específico. A nossa fantasia está custando R$ 150,00 para ambos os sexos. Além disso, pagamos para um apoio, pois o bloco desfila na rua, então muitas pessoas que não estão fantasiadas, também vão atrás, curtindo o bloco. Para evitar invasão ou algum tipo de problema, e com a ajuda do apoio, o bloco vem cercado por cordas, para que os foliões que pagaram a fantasia tenham liberdade para poder circular, andar a fazer a nossa evolução. A nossa ala solta fogos, tem fogueira, solta “vulcãozinhos”, assim precisa de um certo espaço para poder estar lidando com esse tipo de coisa. O legal é que o pessoal fica encantado com os fogos, com a fogueira... Depois que o Cacique passa, não há condições de passar mais nada, porque a gente coloca fogo literalmente na avenida (risos) – ressaltou Nara.

Se os foliões de última hora ainda não decidiram de que forma brincarão o carnaval, ou acham que desfilar numa escola de samba é dispendioso em decorrência da crise econômica, “caciquear” pelo Cacique de Ramos por três, levando em conta o custo-benefício - é uma excelente opção para quem ainda está indeciso.

 

 

 

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Última modificação em Sexta, 03 Fevereiro 2017 06:11

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  • União da Ilha comemora Dia de São Jorge neste domingo

    A programação para comemorar o Dia de São Jorge neste domingo será intensa na quadra da União da Ilha. A agremiação insulana preparou para os fiéis do "Santo Guerreiro" uma programação que contará com missa, queima de fogos, feijoada, velha guarda musical da escola, apresentação do novo coreógrafo da comissão de frente, Márcio Moura, shows dos grupos "Samba do Amigo Meu" e Dudu Nobre, Pique Novo e do cantor Belo. Para fechar o dia com chave de ouro, bateria do mestre Ciça, Ito Melodia e o carro de som com sambas inesquecíveis da Ilha, passistas, baianas e casais de mestre-sala e porta-bandeira


    Confira a programação que ocorrerá o dia todo:

    11h - Missa no interior da quadra;

    em seguida: 

    tradicional queima de fogos no estacionamento da quadra;

    feijoada na quadra;

    show da Velha Guarda musical;

    show do grupo Samba do Amigo Meu e Dudu Nobre;

    show do grupo Pique Novo;

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